Importância da rega do olival
| dc.contributor.author | Santos, Francisco L. | |
| dc.contributor.editor | Bohm, Jorge | |
| dc.date.accessioned | 2014-01-13T17:52:27Z | |
| dc.date.available | 2014-01-13T17:52:27Z | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.description.abstract | Nas regiões de clima Mediterrânico no verão as plantas estão sujeitas a elevadas temperaturas e intensidades de radiação solar e baixa humidade relativa, indutoras de crescimento e produtividade mas também de condições de défice e stress hídricos. A oliveira, por ser uma cultura mediterrânica milenária, é uma espécie hipoestomática bem adaptada a essas condições ambientais, em que as folhas toleram baixos potenciais hídricos foliares e os tecidos re-hidratam-se rapidamente após perdas consideráveis de água. Essa adaptação a condições de défice hídrico tem permitido a expansão do olival de sequeiro com produções aceitáveis em zonas de clima mediterrânico com estação seca de cinco a seis meses e precipitações médias anuais de cerca de 500 mm. Nessas situações, caracterizadas por um elevado poder evaporativo da atmosfera (défice de pressão de vapor) o fecho dos estomas é umas das defesas que a oliveira usa para controlar e diminuir as perdas de água por transpiração, mantendo uma certa hidratação interna, o que é normalmente avaliada pelo potencial hídrico foliar de madrugada (máxima hidratação, antes do nascer do sol) e ao meio dia solar (mínima hidratação). O fecho estomático (relacionado com a condutância estomática) controla a taxa de transferência de água e de carbono (CO2) entre a planta e a atmosfera e uma condutância estomática elevada (baixa resistência estomática) tende a favorecer uma elevada taxa de transpiração e de fotossíntese, resultando consequentemente numa diminuição do conteúdo de água no solo, o que por sua vez fará diminuir a condutância estomática com o tempo. Dai ter que se regar. No olival essa rega vez sendo praticada com sistemas de rega gota a gota, que favorecem elevadas eficiências e uniformidades de aplicação de água. | por |
| dc.identifier.authoremail | Lúcio | |
| dc.identifier.citation | Francisco Lúcio dos Santos, 2013. Importância da rega do olival. Em "O Grande Livro da Oliveira e do Azeite. Portugal Oleícola", Ed. Jorge Bohm, pp. 98-100. | por |
| dc.identifier.isbn | 978-972-576-620-0 | |
| dc.identifier.scientificarea | 584 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/9561 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Dinalivro editora, Lisboa | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Rega | por |
| dc.subject | Rega de olival | por |
| dc.title | Importância da rega do olival | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 98 | por |
| degois.publication.lastPage | 100 | por |
| degois.publication.title | O Grande Livro da Oliveira e do Azeite. Portugal Oleícola | por |
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