A que sabe a água? Uma análise sensorial

dc.contributor.authorCapelo, Sofia
dc.contributor.authorBarão, Maria José
dc.date.accessioned2024-12-10T09:47:07Z
dc.date.available2024-12-10T09:47:07Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractExiste a ideia generalizada de que em Évora (Sul de Portugal) as pessoas não gostam da água da torneira, embora a análise da água cumpra os limites estipulados pela legislação. Neste trabalho, através da análise sensorial da água destinada ao consumo humano, pela população de Évora, é possível confirmar esta ideia, perceber motivos, detetar problemas e sugerir melhorias. Para isso, foi realizado um teste cego, em que a população foi convidada a provar diferentes águas, engarrafadas e da torneira, e a responder a um questionário. Este teste foi feito numa atividade apresentada na Feira de São João, a 28 de junho de 2017, e a participação e entusiasmo da população de Évora levou-nos a aprofundar este assunto. Para aumentar o número de respostas e clarificar a perceção das características da água da torneira, foram também envolvidos estudantes universitários e crianças em idade escolar de Évora. Constatou-se que a maioria dos participantes (90%) preferiam e consumiam água engarrafada, apesar de nas crianças da escola básica esta percentagem ser menor (60%). Por último, A análise sensorial permitiu detetar características na água que precisam de ser corrigidas, como a presença do sabor a mofo na água da torneira, em especial no centro histórico de Évora, que indica a presença de geosmina. A presença de cloro residual na água da torneira, e respetivo cheiro, também se revelaram um problema, mascarando o sabor e causando a rejeição do consumo da água para beber.por
dc.identifier.authoremailscapelo@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmjbarao@uevora.pt
dc.identifier.citationCapelo, S. e Barão, M.J., A que sabe a água? Uma análise sensorial, In Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileiros (e-book). Organizado por Ernane Cortez Lima, José Falcão Sobrinho, Marízia Clara de Menezes Dias Pereira. Sobral CE: Sertão Cult, 2024, pp. 123-154.por
dc.identifier.doi10.35260/54211550-2024por
dc.identifier.isbn978-65-5421-155-0
dc.identifier.scientificarea253por
dc.identifier.sharewithICTpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/37588
dc.language.isoporpor
dc.publisherSertão Cultpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectágua da torneirapor
dc.subjectsaborpor
dc.subjectanálise sensorialpor
dc.subjectágua engarrafadapor
dc.subjectÉvorapor
dc.subjectPortugalpor
dc.titleA que sabe a água? Uma análise sensorialpor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage123por
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degois.publication.locationSobral CEpor
degois.publication.titleA que sabe a água? Uma análise sensorialpor

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