Cântico para as Desterrada: artistas portuguesas em exílio ou semi-exílio

dc.contributor.authorLeandro, Sandra
dc.contributor.editorBesse, Maria Graciete
dc.contributor.editorAraújo da Silva, Maria
dc.contributor.editorCoutinho, Ana Paula
dc.contributor.editorOuteirinho, Fátima
dc.date.accessioned2018-02-14T15:37:54Z
dc.date.available2018-02-14T15:37:54Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractEscultura-declaração, obra maior do Romantismo, peça autobiográfica e imagem-síntese de um tempo, O desterrado (1872) de Soares dos Reis mostra a condição dos que tiveram de tirar da terra as suas raízes. E se particularizássemos imaginando O desterrado como uma desterrada? Viver o exílio pode acontecer não apenas por se estar longe, mas por ser o estado que caracteriza uma artista num determinado tempo e circunstância. Impõem-se assim quatro cânticos, que se organizaram por sentido e não por cronologia. A escultora Ada da Cunha foi a primeira a ser abordada; Sarah Affonso a artista seguinte; Maria da Glória Ribeiro da Cruz, a terceira e por fim Aurélia de Sousa.por
dc.identifier.authoremailsandraleandro7@gmail.com
dc.identifier.isbn9782853550956
dc.identifier.scientificarea713por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/22235
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversitè Paris-Sorbonne; Éditions Hispaniquespor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectArtistas portuguesaspor
dc.subjectExíliopor
dc.subjectSemi-exíliopor
dc.subjectDesterradaspor
dc.subjectAda da Cunhapor
dc.subjectSarah Affonsopor
dc.subjectMaria da Glória Ribeiro da Cruzpor
dc.subjectAurélia de Sousapor
dc.titleCântico para as Desterrada: artistas portuguesas em exílio ou semi-exíliopor
dc.typebookPartpor

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