Convergências e diferenças num triângulo variável - A Psicoterapia no contexto da Psicologia Clínica e na sua relação com outras intervenções psicológicas

dc.contributor.authorFranco, Vitor
dc.contributor.editorBiscaia, Constança
dc.contributor.editorNeto, David D.
dc.date.accessioned2020-02-20T10:12:59Z
dc.date.available2020-02-20T10:12:59Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractA intervenção psicológica acompanha inevitavelmente as mudanças no contexto social. Desde o início do séc. XX a prática da Psicoterapia relaciona-se diretamente com o que lhe tem sido solicitado por diferentes populações, marcando a história de cada época. O que é pedido hoje à Psicologia e à Psicoterapia é distinto, e corresponde ao que o contexto social valoriza e os indivíduos procuram. Encontramos assim uma forte confluência entre as práticas sociais, as modalidades de intervenção psicológica em geral e a Psicoterapia em particular. Tal convergência pode ser vista em torno de três dimensões diferentes mas articuladas, constituindo lados de um mesmo triângulo: promoção do desenvolvimento, bem-estar e inclusão. Na articulação destas vertentes, podemos analisar como se organizam as respostas oferecidas aos cidadãos, incluindo as da Psicologia. E também como a própria Psicoterapia se articula e diferencia em relação a outras práticas sociais e de intervenção, nestes mesmos aspectos, numa época de consenso fragmentado quanto aos seus princípios e práticas e quando a clínica psicológica saiu do domínio do intrapsíquico, que desvalorizava os aspectos desenvolvimentais e inclusivos. Depois de abordada a questão da convergência e organização da Psicoterapia enquanto resposta social, ficam-nos algumas dimensões diferenciadoras, condições necessárias à definição da prática psicoterapêutica. Em primeiro lugar, a compreensão e reconhecimento do lugar da dor mental, não como doença nem enquanto ausência de bem-estar, mas como sofrimento emocional que subsiste quando outras formas de promover bem-estar, desenvolvimento e inclusão não são suficientes. Em segundo lugar, uma concepção do funcionamento mental não redutível ao cérebro, ao passado ou a qualquer forma de determinismo. E, por último, a exigência de implicação ativa do individuo no seu próprio processo de mudança; não como alvo de uma prática ou consumidor de um produto, mas como promotor, na relação com o terapeuta, do seu próprio desenvolvimento, inclusão e bem-estar.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/27116
dc.language.isoporpor
dc.publisherOrdem dos Psicólogos Portuguesespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleConvergências e diferenças num triângulo variável - A Psicoterapia no contexto da Psicologia Clínica e na sua relação com outras intervenções psicológicaspor
dc.typebookPartpor

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
A Prática Profissional da Psicoterapia.pdf
Size:
1.7 MB
Format:
Adobe Portable Document Format

License bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
license.txt
Size:
3.89 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: