Fraccionamento de prédios rústicos
| dc.contributor.author | Pinheiro, António C. | |
| dc.contributor.author | Neto, Miguel | |
| dc.contributor.author | Coelho, José | |
| dc.contributor.author | Tristany, Miguel | |
| dc.date.accessioned | 2010-02-23T10:49:36Z | |
| dc.date.available | 2010-02-23T10:49:36Z | |
| dc.date.issued | 2007-09 | |
| dc.description.abstract | O fraccionamento de prédios rústicos ocorre com grande frequência, quer por razões de partilha, quer por razões de transacção de propriedades, quer por muitas outras. É frequente os herdeiros não querem abdicar do seu quinhão de herança por razões económicas e/ou sentimentais. Por outro lado, também é do conhecimento geral que uma grande propriedade se dividida em pequenas parcelas (as chamadas quintinhas) é transaccionada por um valor muito mais elevado do que se vendida como um todo. Por estas e muitas outras razões, o problema do fraccionamento da propriedade rústica reveste-se de particular importância e, por isso, a legislação aplicável deve ser clara e fundamentada, o mais possível, em grandezas físicas e económicas de fácil medição. O objectivo deste trabalho é analisar em que condições a legislação vigente permite o fraccionamento de prédios rústicos - vistos como unidades produtivas -, interpretá-la à luz da Economia Agrária, apontar os principais problemas que se levantam na sua aplicação e sugerir as alterações consideradas pertinentes. Este problema, para além da importância económica e social que tem, reveste-se de especial relevância para a Ordem dos Engenheiros, na medida em que recebe frequentemente solicitações de tribunais onde decorrem processos desta natureza no sentido de indicar peritos para apoiar tecnicamente a fundamentação da decisão final dos mesmos, os quais na execução da peritagem se vão deparar com uma legislação manifestamente incompleta para o fim em causa. | en |
| dc.format.extent | 94784 bytes | |
| dc.format.mimetype | application/pdf | |
| dc.identifier.accesstype | livre | en |
| dc.identifier.authoremail | acap@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | mneto@isegi.unl.pt | |
| dc.identifier.authoremail | josecoelho@isa.utl.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.issn | 0870-5968 | en |
| dc.identifier.numrev | 101 | en |
| dc.identifier.pagina | pag 64-67 | en |
| dc.identifier.revista | INGENIUM | en |
| dc.identifier.scientificarea | 579 | en |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/1916 | |
| dc.identifier.volume | II Série | en |
| dc.language.iso | eng | |
| dc.peerreviewed | yes | en |
| dc.publisher | Ordem dos Engenheiro | en |
| dc.rights | openAccess | en |
| dc.subject | Prédios rústicos | en |
| dc.subject | fraccionamento de propriedades | en |
| dc.subject | uso da terra | en |
| dc.title | Fraccionamento de prédios rústicos | en |
| dc.type | article | en |