Mobilidade de engenheiros, circulação de conhecimento e transferência de tecnologia. Da Ecole de ponts et chaussées e das empresas estrangeiras para o caminho-de-ferro português (1825-1886)
| dc.contributor.author | Matos, Ana Cardoso de | |
| dc.contributor.editor | Medina-Ruiz, Israel-David | |
| dc.contributor.editor | Pinto Tortosa, Antonio Jesús | |
| dc.contributor.editor | Ravina Ripoll, Rafael | |
| dc.contributor.editor | Rodríguez Martin, Nuria | |
| dc.date.accessioned | 2022-06-14T11:10:35Z | |
| dc.date.available | 2022-06-14T11:10:35Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description.abstract | A construção do caminho de ferro em Portugal favoreceu a mobilidade dos engenheiros, assistindo-se tanto à vinda de estrangeiros, como à deslocação de engenheiros portugueses para o estrangeiro. Dado que no século XIX ainda não existiam em Portugal escolas de engenharia que dotassem os engenheiros portugueses com as competências necessárias para realizaras as grandes obras públicas que a implementação do caminho de ferro exigia, muitos engenheiros portugueses completarem a sua formação nas mais prestigiadas escolas da altura, como foi o caso da École de ponts e chaussés, enquanto outros realizaram visitas de estudo ao estrangeiro com o objectivo de conhecerem in logo as mais avançadas tecnologias utilizadas na área da engenharia civil. A mobilidade de engenheiros esteve também associada ao investimento das empresas estrangeiras, que ao assumirem a construção de uma determinada linha do caminho de ferro foram agentes de transferência de tecnologia e promotores da vinda de engenheiros estrangeiros que estavam ao seu serviço | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Ana Cardoso de Matos,” Mobilidade de engenheiros, circulação de conhecimento e transferência de tecnologia. Da Ecole de ponts et chaussées e das empresas estrangeiras para o caminho-de-ferro português (1825-1886)” in Nuria Rodríguez, Israel Medina, Rafael Ravina y Antonio Pinto (ed.), Los ingenieros en la Europa del sur (siglos XVIII-XX), Tirant lo Blanch, 2022, pp. 47-70. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 733 | por |
| dc.identifier.sharewith | Departamento de História | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/32198 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Tirant lo Blanch | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Engenheiros | por |
| dc.subject | Mobilidade de Experts | por |
| dc.subject | circulação de conhecimentos | por |
| dc.subject | Transferência de tecnologia | por |
| dc.subject | École de ponts et chaussées | por |
| dc.subject | Caminho de ferro | por |
| dc.title | Mobilidade de engenheiros, circulação de conhecimento e transferência de tecnologia. Da Ecole de ponts et chaussées e das empresas estrangeiras para o caminho-de-ferro português (1825-1886) | por |
| dc.type | bookPart | por |
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