Os oficiais de cura letrados e praticantes
| dc.contributor.author | Ribeiro Gonçalves, Luís | |
| dc.contributor.editor | Martins, Edite Alberto | |
| dc.contributor.editor | Silva, Rodrigo Banha da Silva | |
| dc.contributor.editor | Teixeira, André | |
| dc.date.accessioned | 2024-02-06T09:41:35Z | |
| dc.date.available | 2024-02-06T09:41:35Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | A edificação do Hospital de Todos-os-Santos, à imagem de Florença e de Siena, permitiu alterar as relações entre curadores e pacientes em Portugal (Carvalho, 1949; Abreu, 2009). Uma das principais novidades foi a criação de um corpo de oficiais de cura residentes, que se dedicava diariamente a cuidar de todos os pobres doentes que acorriam de quaisquer partes do reino e dos seus domínios ultramarinos (Lopes, 1890). Segundo o regimento de 1504, faziam parte deste corpo um físico, dois cirurgiões, um boticário, uma cristaleira e um barbeiro sangrador, a que acresciam muitos outros funcionários, que asseguravam a boa administração e o bom cuidado dos doentes na instituição. Cada um tinha um papel no cerimonial de visitação dos pacientes, que se realizava sob o olhar do provedor, do vedor e do enfermeiro-mor (Salgado et Salgado, 1992, f. 86v.-87), de forma a reforçar a confiança dos pacientes nos métodos de cura quinhentistas. Para compor este corpo de oficiais, a instituição seleccionava os curadores de acordo com a sua disponibilidade, a sua capacidade financeira, a reputação do agente, a adequação da sua prática às doenças e até as experiências de contratação anteriores, tanto suas como das instituições que administrava. | por |
| dc.description.sponsorship | FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia, projeto de doutoramento “Prática médica e controlo profissional no Portugal quinhentista” financiado pela FCT (referência: SFRH/BD/117119/2016). | por |
| dc.identifier.authoremail | luiscrgon@gmail.com | |
| dc.identifier.citation | Ribeiro Gonçalves, Luís "Os oficiais de cura letrados e praticantes", em Martins, Edite Alberto; Silva, Rodrigo Banha da; Teixeira, André - O Hospital Real de Todos-os-Santos: Lisboa e a saúde, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa / Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 2020, pp. 429-435 | por |
| dc.identifier.scientificarea | 732 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/36261 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Câmara Municipal de Lisboa / Santa Casa da Misericórdia de Lisboa | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Medicina | por |
| dc.subject | Hospital | por |
| dc.subject | Todos-os-Santos | por |
| dc.subject | Lisboa | por |
| dc.title | Os oficiais de cura letrados e praticantes | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 429 | por |
| degois.publication.lastPage | 435 | por |
| degois.publication.location | Lisboa | por |
| degois.publication.title | O Hospital Real de Todos-os-Santos: Lisboa e a saúde | por |
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