Agricultores típicos: uma nova referência para as estratégias de desenvolvimento rural, reconstrução de um modelo

dc.contributor.authorProtas, José Fernando da Silva
dc.date.accessioned2014-08-18T15:24:27Z
dc.date.available2014-08-18T15:24:27Z
dc.date.issued1997
dc.description.abstract"Sem resumo feito pelo autor"; A Extensão Rural como instituição pública tem, a princípio, a obrigação de responder, directa ou indirectamente, às necessidades de todos os produtores rurais. Entretanto, nas últimas décadas muito do trabalho de extensão tem-se baseado no chamado agricultor "progressista", assumindo que ao ajudar esses agricultores se toma mais fácil e eficiente a demonstração aos demais do valor de certas inovações recomendadas. Porém, já foi comprovado que esta estratégia tem levado a um aumento da diferença existente entre agricultores "progressistas" e os outros. Buscando um novo conceito de agricultores, cujas características socio-económico-culturais, estejam presentes na da maioria de determinado contexto, foi desenvolvido o modelo RA-86 (Rebelo de Andrade, 1986), para identificação e caracterização do agricultor "típico". Contudo, nas oportunidades em que' foi utilizado, segundo a avaliação do próprio autor, os resultados não foram suficientes para concluir que o modelo tenha ficado desde logo aprovado. Análises e simulações mais recentes têm evidenciado algumas fragilidades do modelo, nomeadamente quanto à composição dos indiciadores e ao método operacional utilizado. Como resultante das análises, ajustamentos e alterações metodológicas, feitas, tanto na composição e quantificação dos indiciadores quanto no método operacional, definiu-se um "novo" modelo PRA-96 (Protas & Rebelo de Andrade, 1996), mais abrangente e rigoroso, e portanto, mais condizente com a realidade enquanto instrumento para a identificação do agricultor "típico". Tomando-se como Universo do Estudo a população de agricultores associados da Secção Vitivinícola da Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz (CARM), o "novo" modelo foi aplicado no terreno junto a uma amostra de 95 viticultores. Tomando por referência o tempo de adopção de uma tecnologia difundida naquele contexto (instalação de vinhedos com as castas brancas Roupeiro, Rabo d'Ovelha e Perrum) por parte dos viticultores, confirmou-se a aplicabilidade da formulação de Rogers àquela população. Quanto à identificação e selecção do "grupo típico", o "novo" modelo mostrou-se eficaz, tendo em vista o expressivo número de agricultores identificados (1 "típico", 8 "quase-típico I e 10 "quase-típico II") e dinâmico, na medida em que dispõe de mecanismos metodológicos que permite envolver, quando necessário, os três conceitos de agricultores para a formação daquele grupo.por
dc.identifier.authoremailfernando.protas@embrapa.br
dc.identifier.scientificarea214por
dc.identifier.sharewithdep eng ruralpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/11387
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectExtensão ruralpor
dc.subjectAgricultores típicospor
dc.subjectEstratégiaspor
dc.subjectDesenvolvimento ruralpor
dc.subjectPolítica agrícolapor
dc.subjectEconomia agrícolapor
dc.titleAgricultores típicos: uma nova referência para as estratégias de desenvolvimento rural, reconstrução de um modelopor
dc.typedoctoralThesispor

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