Dimensión de la muestra y estimación de su varianza en muestreo por distancias: una aplicación en la estima de abundancia de poblaciones de ungulados de montaña
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Junta de Andalucía e Consejería de Medio Ambiente
Abstract
Quando se estima a densidade ou a abundância de grupos ou indivíduos através da amostragem por distâncias, temos de decidir qual o método a utilizar para estimar a variância da taxa de encontro: variância empírica ou variância teórica Poisson, onde Var(n) = E(n).
Normalmente, os ungulados como as cabras de montanha montram um certo grau de agregação (i.e. distribuição contagiosa), pelo que se espera que Var(n) > E(n). Por isso, recomenda-se o uso da variância empírica em vez da variância teórica, de forma a evitar um enviesamento substancial na variância do estimador da densidade. Este trabalho tenta-se investigar a influência do número de transectos (réplicas) e a dimensão da amostra, em várias populações com diferentes configurações espaciais dos indivíduos. Como exemplo ilustrativo, apresenta-se uma aplicação a uma população de cabras montanhosas na Serra Nevada.