). Entre a possibilidade de se “ensinarem” as artes visuais e a necessidade imperativa de se conhecerem as novas culturas infanto-juvenis que hoje “habitam” a escola

dc.contributor.authorCharréu, Leonardo
dc.date.accessioned2011-10-13T11:31:36Z
dc.date.available2011-10-13T11:31:36Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractLonge de procurar esmiuçar e detalhar tecnicamente as principais metodologias utilizadas pelos professores de arte em diferentes momentos históricos, este texto procura assinalar e caracterizar as filosofias que subjazem às práticas, bem como os consequentes modelos de referência. O que pressupõe, à partida, que existem modelos mais adequados do que outros para fazer face a desafios que também mudam historicamente, assim como também mudam, psico-sociologicamente, os jovens para quem se destina o ensino artístico oferecido pela escola pública. Ensinar segundo pressupostos de outro tempo histórico é, portanto, um dos principais mal-entendidos da escola formal convencida (assim como muitos dos seus professores) que terá que ser as pessoas (os aprendentes) a adaptarem-se à escola, aos seus conteúdos e às suas práticas, e não o contrário. Esta posição encontra-se muitas vezes expressa na expressão “No meu tempo…é que era!”. Os que apoiam, sem reservas, este posicionamento, que no fundo é aquele que é induzido pela visão tradicional dos processos de escolarização, são também os que apoiam a utilização práticas pedagógicas cristalizadas no tempo e inadequadas à criação urgente de novas narrativas pedagógicas regeneradoras e capazes de fazer frente aos espaços informais de aprendizagem (televisão, internet, ipods, vídeo-gaming, etc.) que hoje fazem uma concorrência feroz à escola formal.por
dc.identifier.authoremailleonardo@uevora.pt
dc.identifier.citationCharréu, L. (2011). Entre a possibilidade de se “ensinarem” as artes visuais e a necessidade imperativa de se conhecerem as novas culturas infanto-juvenis que hoje “habitam” a escola. Revista portuguesa de Educação Artística (1), pp. 37-44.por
dc.identifier.issn1647-905X
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/2793
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherGabinete Coordenador de Educação Artística, Direcção Regional de Educação, Secrearia Regional de Educação da Madeirapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectArtes Visuaispor
dc.subjectCultura(s) Infanto-juvenil(is)por
dc.subjectFilosofia da Educação Artísticapor
dc.subjectPedagogia Artísticapor
dc.title). Entre a possibilidade de se “ensinarem” as artes visuais e a necessidade imperativa de se conhecerem as novas culturas infanto-juvenis que hoje “habitam” a escolapor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage37por
degois.publication.issue1por
degois.publication.lastPage44por
degois.publication.locationFunchal/Madeirapor
degois.publication.titleRevista Portuguesa de Educação Artísticapor
degois.publication.volume1por

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