O plano nacional de intervenção nas pedreiras em situação crítica, estabilidade de taludes e questões de segurança no trabalho nas pedreiras do anticlinal de Estremoz, Portugal.

dc.contributor.authorLopes, Luís
dc.contributor.authorPinho, António
dc.contributor.authorCavaco, Filomena
dc.contributor.authorDuarte, Isabel
dc.contributor.authorBonito, Nuno
dc.contributor.authorFaria, Paula
dc.contributor.authorMartins, Ruben
dc.contributor.editorSilva Gomes, J. F.
dc.contributor.editorAntónio, Carlos C.
dc.contributor.editorAfonso, Clito F.
dc.contributor.editorMatos, António S.
dc.date.accessioned2022-06-13T10:49:17Z
dc.date.available2022-06-13T10:49:17Z
dc.date.embargo2022-09-28
dc.date.issued2022-09-28
dc.description.abstractA excecionalidade dos mármores explorados no anticlinal de Estremoz, quer pelas qualidades técnicas, quer por razões estéticas, levou a que de forma praticamente ininterrupta fossem explorados desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias (Lopes e Martins, 2014; Moreira e Lopes, 2019). Se há dois mil anos os efeitos na paisagem seriam praticamente nulos, hoje em dia tal não acontece. Nas últimas décadas a atividade extrativa tem aumentado de forma exponencial e os efeitos embora evidentes e até reconfiguradores da paisagem não são forçosamente negativos. A paisagem industrial, enquanto obra humana também tem o seu encanto e a experiência diz-nos que, nas zonas onde a intervenção cessou, em poucas décadas a Natureza regenera quase integralmente a paisagem potenciando novos habitats imediatamente ocupados pelos seres vivos que aí encontram condições excecionais para se estabelecerem. Os indicadores quantificados por Germano (2013) revelaram que nesses espaços não só o número de espécies é superior, relativamente ao contexto regional, como ainda os efetivos por espécie ocorrem em maior número. Há mesmo casos de espécies que só se encontram nas escombreiras e pedreiras abandonadas (Germano et al., 2014).por
dc.identifier.authoremaillopes@uevora.pt
dc.identifier.authoremailapinho@uevora.pt
dc.identifier.authoremailfilomena.cavaco@solucoesengenharia.pt
dc.identifier.authoremailIduarte@uevora.pt
dc.identifier.authoremailgeral@solucoesengenharia.pt
dc.identifier.authoremailpagf@uevora.pt
dc.identifier.authoremailrubenvm@uevora.pt
dc.identifier.citationLopes, L., Pinho, A., Cavaco, F., Duarte, I., Bonito, N., Faria, P., Martins, R. 2022. O plano nacional de intervenção nas pedreiras em situação crítica, estabilidade de taludes e questões de segurança no trabalho nas pedreiras do anticlinal de Estremoz, Portugal. Livro de atas do 9º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia / VI Congresso de Engenharia de Moçambique, CLME 2022/IV CEM – Desafios da Engenharia na Cooperação para o Desenvolvimento e Combate às Alterações Climáticas. J.F. Silva Gomes, Carlos C. António Clito F. Afonso e António S. Matos editores. Maputo 28 de agosto – 1 de setembro 2022. ISBN 978-989-54756-4-3. pp. 287-288.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/32186
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherJ.F. Silva Gomes, Carlos C. António Clito F. Afonso e António S. Matos - INEGI-Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Gestão Industrialpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAnticlinal de Estremozpor
dc.subjectpedreiras de mármorespor
dc.subjectsegurança no trabalhopor
dc.subjectestabilidade de taludespor
dc.subjectrochas ornamentaispor
dc.titleO plano nacional de intervenção nas pedreiras em situação crítica, estabilidade de taludes e questões de segurança no trabalho nas pedreiras do anticlinal de Estremoz, Portugal.por
dc.typearticlepor

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