Para além do Fisco: receitas dos tribunais do Santo Ofício português (1640-1773)

dc.contributor.authorLopes, Bruno
dc.contributor.editorLopes, Lopes
dc.contributor.editorJesus, Roger Lee de
dc.date.accessioned2019-11-05T16:46:25Z
dc.date.available2019-11-05T16:46:25Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractAinda hoje, persiste na memória coletiva a associação entre a atividade inquisitorial e o confisco de bens. O estudo das finanças inquisitoriais acarreta a definição das bases de financiamento da instituição, que iam, certamente, além das receitas decorrentes da apreensão da propriedade privada, principalmente sobre a população cristã-nova mas não em exclusivo. O trabalho que se apresenta pretende traçar uma análise global das fontes de receita dos vários tribunais metropolitanos da Inquisição portuguesa (Coimbra, Évora e Lisboa). O foco de análise estará centrado nos diferentes meios de financiamento, desenvolvidos pelo Tribunal no seu conjunto. Para além disso, pretende-se identificar as relações institucionais entre a Inquisição e os demais poderes da Época Moderna, sobretudo, entre os marcos cronológicos de 1640 e 1773. Assim, procurar-se-á questionar como era composto o leque de meios de financiamento à disposição do Santo Ofício e quem contribuiu para a sua constituição. Nalguns casos, as razões porque eram aquelas receitas e não outras parecem mais evidentes; noutros, as respostas são ainda um pouco difusas. Aparentemente, as finanças da Inquisição portuguesa estiverem muito dependentes da fazenda régia e a instituição não soube desenvolver, autonomamente, meios de financiamento próprios. É este o argumento que se pretende desenvolverpor
dc.description.sponsorshipTrabalho desenvolvido no âmbito de: SFRH/BD/84161/2012 e UID/HIS/00057/2013 (POCI-01-0145-FEDER-007702), FCT/Portugal, COMPETE, FEDER, Portugal2020.por
dc.identifier.authoremailbruno-lopes85@hotmail.com
dc.identifier.citationLopes, Bruno, «Para além do Fisco: receitas dos tribunais do Santo Ofício português (1640-1773)», in Lopes, B.; Jesus, R.L. de (eds.), Finanças, Economia e Instituições no Portugal Moderno (séculos XVI-XVIII), Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2019, pp. 171–200.por
dc.identifier.scientificarea732por
dc.identifier.urihttps://digitalis.uc.pt/pt-pt/livro/finan%C3%A7as_economias_e_institui%C3%A7%C3%B5es_no_portugal_moderno_s%C3%A9culos_xvi_xviii
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/25979
dc.language.isoporpor
dc.publisherImprensa da Universidade de Coimbrapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectInquisiçãopor
dc.subjectReceitaspor
dc.subjectConfisco de benspor
dc.subjectfinanças régiaspor
dc.titlePara além do Fisco: receitas dos tribunais do Santo Ofício português (1640-1773)por
dc.typebookPartpor

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