Valorização de biorresíduos numa perspetiva da economia circular

dc.contributor.authorCansado, I.P.P.
dc.contributor.authorMourão, P.A.M.
dc.contributor.authorCastanheiro, J.E.F.
dc.contributor.editorCastanheiro, J.E.F.
dc.contributor.editorCansado, I.P.P.
dc.contributor.editorMourão, P.A.M.
dc.date.accessioned2025-01-17T18:01:07Z
dc.date.available2025-01-17T18:01:07Z
dc.date.issued2022-05-08
dc.description.abstractA qualidade de vida a que a nossa sociedade se habituou, assenta num consumismo excessivo que culmina com uma produção gigant de resíduos. Os desperdícios, que há uns anos atrás eram identificados como resíduos e por isso eram enviados para as lixeiras ou aterros sem qualquer tipo de retorno económico, hoje em dia são identificados como sub produtos e reconhecidos como possíveis matérias primas para utilização em novos processos. Segundo o Decreto – Lei nº 73/2011 de 17 de Junho, que apresenta a legislação fundamental no âmbito da gestão de resíduos, transpõe a Diretiva nº 2008/98/CE, de 19 de novembro, e altera o Decreto – Lei nº 178/2006, a deifinição de resíduos é a seguinte “quaisquer substâncias ou objetos de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer”. Os resíduos podem ser classificados com base na sua origem, forma e estado físico, propriedades físico-químicas, entre outros. Quanto à sua proveniência, os mesmos podem ser agrupados em resíduos hospitalares, domésticos, industriais, construção e demolição, eletrónicos, agrícolas e urbanos. Todos os resíduos, quer sejam biorresíduos ou resíduos inorgânicos, devem ser descartados adequadamente, por forma a contribuir para uma redução de problemas de saúde, da produção de gases com efeito de estufa, do aumento da qualidade dos solos, dos cursos hidricos e do meio ambiente de uma maneira geral. O Decreto-Lei n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro apresenta as politicas referentes à gestão de resíduos, sendo que as mesmas têm evoluído no sentido da gestão sustentável dos memso, tendo como objetivos fundamentais “preservar e melhorar a qualidade do ambiente, proteger a saúde humana, assegurar uma utilização prudente, eficiente e racional dos recursos naturais, reduzir a pressão sobre a capacidade regenerativa dos ecossistemas, promover os princípios da economia circular, reforçar a utilização da energia renovável, aumentar a eficiência energética, reduzir a dependência de recursos importados, proporcionar novas oportunidades económicas e contribuir para a competitividade a longo prazo”.por
dc.identifier.authoremailippc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailpamm@uevora.pt
dc.identifier.authoremailJefc@uevora.pt
dc.identifier.citationCansado, I.P.P., Mourão, P.A.M., Castanheiro, J.E. Valorização de biorresíduos numa perspetiva da economia circular. Biorrefinarias22, 1-14, Universidade de Évora, 2022. ISBN DIGITAL: 978-972-778-267-3por
dc.identifier.doihttps://www.researchgate.net/publication/371044547_Biorrefinarias22-Digitalpor
dc.identifier.isbn978-972-778-266-6
dc.identifier.isbnISBN DIGITAL: 978-972-778-267-3
dc.identifier.sharewithDQBpor
dc.identifier.urihttps://www.researchgate.net/publication/371044547_Biorrefinarias22-Digital
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/37754
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectBiomassapor
dc.subjectValorizaçãopor
dc.subjectEconomia Circularpor
dc.subjectCompostagempor
dc.titleValorização de biorresíduos numa perspetiva da economia circularpor
dc.typebookPartpor

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