ENSINO BILÍNGUE PORTUGUÊS/KIMBUNDU: EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS
| dc.contributor.author | Arsénio, Domingos Pedro | |
| dc.contributor.author | Carrilho, Ana Rita | |
| dc.contributor.author | Fonseca, Maria do Céu | |
| dc.date.accessioned | 2025-01-17T18:04:20Z | |
| dc.date.available | 2025-01-17T18:04:20Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | Pretende-se, neste trabalho, por um lado, relatar uma experiência de ensino bilíngue português/kimbundu, através do estudo de caso da Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte/Angola; e, por outro lado, analisar os desafios desta experiência no tocante ao ensino do Português nas zonas ou ˝localidades de difícil acesso˝, previstas no Decreto Presidencial n.º 67/2023, de 7 de março. Como é sabido, durante muito tempo, foi tabu falar da importância das línguas nacionais, hoje línguas de Angola (artigo 19º da Constituição de Angola), no ensino da língua oficial. Regra geral, o ensino do português nas escolas do interior do país era e ainda continua a ser feito sem se ter em conta a diversidade e a realidade linguística dos alunos, por influência de antigas políticas coloniais. Nestes termos, tal ensino tem constituído na atualidade um desafio para todos os agentes de ensino; e mais ainda para os agentes colocados em zonas recônditas, isoladas, aos quais o Estado angolano confere subsídios de fixação (cf. Decreto Presidencial n.º 67/2023, de 7 de março). A Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte tem procurado responder a este desafio do multilinguismo e multiculturalidade do país através de um currículo especial para a formação de professores das mais variadas áreas científicas. Este currículo visa apetrechar os futuros professores de ferramentas necessárias para os desafios do ensino/aprendizagem da língua oficial, uma vez que para a maioria dos alunos das escolas das chamadas zonas recônditas, a língua materna não é o português, mas uma outra língua angolana, nomeadamente o kimbundu. Neste sentido, traz-se aqui o relato da experiência da Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte em matérias de adaptação do currículo à realidade linguística dos estudantes, articulando o kimbundu e o português no mesmo plano curricular do curso de formação de professores. Outras línguas angolanas minoritárias, embora não ignoradas nesta realidade de ensino, não podem, porém, pelo menos por enquanto, receber o mesmo tratamento que é dado ao kimbundu. | por |
| dc.identifier.authoremail | domingosarsenio@hotmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | arsac@ubi.pt | |
| dc.identifier.authoremail | cf@uevora.pt | |
| dc.identifier.local | Universidade da Madeira | |
| dc.identifier.pagina | 17 | |
| dc.identifier.scientificarea | 298 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/37758 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | sim | por |
| dc.identifier.withposter | nao | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Ensino bilíngue Português/Kimbundu | por |
| dc.subject | Diversidade Linguística | por |
| dc.subject | Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte/Angola | por |
| dc.subject | ˝localidades de difícil acesso˝ | por |
| dc.title | ENSINO BILÍNGUE PORTUGUÊS/KIMBUNDU: EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS | por |
| dc.type | lecture | por |
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