A fenomenologia como desafio do meu tempo

dc.contributor.authorBorges-Duarte, Irene
dc.date.accessioned2025-04-10T14:57:32Z
dc.date.available2025-04-10T14:57:32Z
dc.date.issued2024-12
dc.description.abstractNão é incomum hoje a expressão “fim da Fenomenologia”, num contexto hermenêutico global em que os seus princípios, método e resultados se desvalorizam ante outras abordagens filosóficas e científicas. Esta crítica leva implícita a questão acerca do seu estatuto no âmbito não meramente filosófico, mas interdisciplinar, paradigmaticamente regido pela cultura tecnocrática globalizada, que imprime o seu selo ideológico na autoconsciência colectiva. Neste quadro, defenderei que a fenomenologia é necessária quer como via filosófica, em linha com a sua tradição, quer como prática de uma atitude crítica no exercício da existência fáctica. Isto é: como um desafio aos saberes, correlativo dos desafios do mundo da vida. Procederei em 3 momentos: num primeiro, tentarei um desenho da situação hermenêutica, em que tem lugar o ataque à via fenomenológica; no segundo, procurarei mostrar o horizonte de mudança; e, finalmente, abordarei, como desafio, uma das vias dessa mudança em devir a que chamo uma fenomenologia do possível na abertura afectiva.por
dc.identifier.authoremailibd@uevora.pt
dc.identifier.citationNão é incomum hoje a expressão “fim da Fenomenologia”, num contexto hermenêutico global em que os seus princípios, método e resultados se desvalorizam ante outras abordagens filosóficas e científicas. Esta crítica leva implícita a questão acerca do seu estatuto no âmbito não meramente filosófico, mas interdisciplinar, paradigmaticamente regido pela cultura tecnocrática globalizada, que imprime o seu selo ideológico na autoconsciência colectiva. Neste quadro, defenderei que a fenomenologia é necessária quer como via filosófica, em linha com a sua tradição, quer como prática de uma atitude crítica no exercício da existência fáctica. Isto é: como um desafio aos saberes, correlativo dos desafios do mundo da vida. Procederei em 3 momentos: num primeiro, tentarei um desenho da situação hermenêutica, em que tem lugar o ataque à via fenomenológica; no segundo, procurarei mostrar o horizonte de mudança; e, finalmente, abordarei, como desafio, uma das vias dessa mudança em devir a que chamo uma fenomenologia do possível na abertura afectivapor
dc.identifier.doi10.12957/ek.2023.81608por
dc.identifier.scientificarea323por
dc.identifier.sharewithFILpor
dc.identifier.uri10.12957/ek.2023,81608
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/38360
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherEkstasis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologiapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFenomenologiapor
dc.subjectFacticidadepor
dc.subjectSituação hermenêuticapor
dc.titleA fenomenologia como desafio do meu tempopor
dc.title.alternativePhenomenology as a challenge of my timepor
dc.typearticle
degois.publication.firstPage268por
degois.publication.lastPage285por
degois.publication.locationRio de Janeiropor
degois.publication.titleEkstasis - Revista de hermenêutica e fenomenologiapor
degois.publication.volume12por

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