MAGNETOESTRATIGRAFIA

dc.contributor.authorBonito, Jorge
dc.date.accessioned2023-01-04T16:53:55Z
dc.date.available2023-01-04T16:53:55Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractEm 1839, Gauss (1977-1855) provou rigorosamente que, sem dúvida, a maior parte do campo magnético origina-se debaixo da superfície terrestre, mas há uma pequena parte variável que se origina fora. A esta parte, chamou perturbações transitórias, que inclui tormentas magnéticas, frequentemente acompanhadas de formação generalizada de auroras. A parte principal do campo magnético é igual a um potente íman em forma de barra (“dipolo”) situado perto do centro da Terra, no eixo que une os polos geomagnéticos Norte e Sul. Este trabalho, contextualizado à data de 1994, pretende servir de texto de apoio à formação de professores de Geologia. Aborda a origem do campo magnético, o magnetismo (paleo, invertido e periodicidismo) e a agulha magnética.por
dc.identifier.authoremailjbonito@uevora.pt
dc.identifier.citationBonito, J. (2023). Magnetoestratigrafia [texto policopiado]. Évora, Portugal: Universidade de Évora.por
dc.identifier.scientificarea250por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/33145
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de ÉVorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCampo magnéticopor
dc.subjectPaleomagnetismopor
dc.subjectBandas magnéticaspor
dc.subjectEscala de tempopor
dc.titleMAGNETOESTRATIGRAFIApor
dc.typeotherpor
degois.publication.firstPage1por
degois.publication.issue1por
degois.publication.lastPage65por
degois.publication.locationÉvorapor
degois.publication.titleMagnetoestratigrafiapor
degois.publication.volume1por

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