MAGNETOESTRATIGRAFIA

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Universidade de ÉVora

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Em 1839, Gauss (1977-1855) provou rigorosamente que, sem dúvida, a maior parte do campo magnético origina-se debaixo da superfície terrestre, mas há uma pequena parte variável que se origina fora. A esta parte, chamou perturbações transitórias, que inclui tormentas magnéticas, frequentemente acompanhadas de formação generalizada de auroras. A parte principal do campo magnético é igual a um potente íman em forma de barra (“dipolo”) situado perto do centro da Terra, no eixo que une os polos geomagnéticos Norte e Sul. Este trabalho, contextualizado à data de 1994, pretende servir de texto de apoio à formação de professores de Geologia. Aborda a origem do campo magnético, o magnetismo (paleo, invertido e periodicidismo) e a agulha magnética.

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Bonito, J. (2023). Magnetoestratigrafia [texto policopiado]. Évora, Portugal: Universidade de Évora.

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