Traços da prática organística na escrita para piano e electrónica de João Pedro Oliveira: In Tempore, Abyssus Ascendens ad Aeternum Splendorem, Timshel e Entre o Ar e a Perfeição
| dc.contributor.author | Telles, Ana | |
| dc.contributor.editor | Martingo, Ângelo | |
| dc.contributor.editor | Telles, Ana | |
| dc.date.accessioned | 2020-02-19T14:49:09Z | |
| dc.date.available | 2020-02-19T14:49:09Z | |
| dc.date.issued | 2019-12 | |
| dc.description.abstract | João Pedro Oliveira é um dos mais proeminentes compositores portugueses do nosso tempo. Organista de formação, frequentou a classe do Professor Antoine Sibertin-Blanc (1930-2012) no Instituto Gregoriano de Lisboa. A partir de 1978 começou uma importante carreira de organista, que prosseguiu até ao ano 2000, enquanto começava a dedicar-se à composição musical. O impacto que a prática organística teve na criatividade e prática composicional de Oliveira é inegável. Apesar do evidente distanciamento do compositor relativo ao órgão em anos mais recentes, e sabendo que o piano surge como o instrumento mais frequentemente utilizado pelo compositor em obras solistas ou para diferentes formações instrumentais, com ou sem electrónica, poderemos considerar que a actividade de João Pedro Oliveira enquanto organista terá contribuído de maneira significativa para a definição da sua escrita pianística, particularmente quando combinada com meios electrónicos? Se sim, como é que tal se concretiza numa obra como In Tempore, para piano e electrónica (2001) ou outras, para piano, piano e orquestra e piano integrado em grupos de música de câmara do mesmo autor e da mesma década (como Abyssus Ascendens ad Aeternum Splendorem, Timshel e Entre o Ar e a Perfeição)? Procurarei formular respostas para estas questões, socorrendo-me da análise musical e performativa das obras em questão, que serão cotejadas com outras consideradas pertinentes. Nesse processo, serão focados aspectos como registo, timbre e tempo, bem como considerações de ordem física. | por |
| dc.identifier.authoremail | atelles@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Telles, A. (2019). Traços da prática organística na escrita para piano e electrónica de João Pedro Oliveira: In Tempore, Abyssus Ascendens ad Aeternum Splendorem, Timshel e Entre o Ar e a Perfeição. Musica instrumentalis: experimentação e técnicas não convencionais nos séculos XX e XXI (eds. Ângelo Martingo e Ana Telles). Vila Nova de Famalicão: Edições Húmus, pp. 163-190 | por |
| dc.identifier.isbn | 978-989-755-446-9 | |
| dc.identifier.scientificarea | 203 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/27072 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Edições Húmus | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | João Pedro Oliveira | por |
| dc.subject | piano | por |
| dc.subject | órgão | por |
| dc.subject | Escrita pianística | por |
| dc.title | Traços da prática organística na escrita para piano e electrónica de João Pedro Oliveira: In Tempore, Abyssus Ascendens ad Aeternum Splendorem, Timshel e Entre o Ar e a Perfeição | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 163 | por |
| degois.publication.lastPage | 190 | por |
| degois.publication.location | Vila Nova de Famalicão | por |
| degois.publication.title | Musica instrumentalis experimentação e técnicas não convencionais nos séculos XX e XXI | por |
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