Museu Arqueológico do Carmo, exposições temporárias e sociedade civil na I República: uma síntese
| dc.contributor.author | Martins, Ana Cristina | |
| dc.contributor.editor | Trea, Ediciones | |
| dc.date.accessioned | 2021-01-25T11:55:59Z | |
| dc.date.available | 2021-01-25T11:55:59Z | |
| dc.date.embargo | 2020-02 | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | «PALAVRAS INICIAIS -Não se revendo já nas principais linhas de actuação da Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses (raacap) (Lisboa, 1863) do dealbar de Novecentos, a maioria dos arquitectos que a ingressam sai do seu seio para fundar a futura «Ordem dos Arquitectos Portugueses». Corre o ano de 1902 e Portugal assiste ao lento definhar do regime monárquico e ao crescimento do movimento republicano num contexto interno bastante complexo. Perante esta novidade interna, a instituição é redenominada para «Real Associação dos Arqueólogos Portugueses», prosseguindo os estudos históricos, artísticos e arqueológicos aos quais se vão somando, entre outros, os heráldicos, os etnográficos e, sobretudo, os olisiponenses (Martins, 2005). A presença agora mais firme da produção etnográfica relacionar-se-á com as profundas e céleres transfigurações verificadas na paisagem rural e urbana, suscitando receios de olvido e desaparecimento de usos, costumes e tradições conferidores de tipicidade e unicidade territorial. Mas esta presença revela de igual modo a mudança ideológica e política registada no país. Ingressando e ocupando de modo paulatino a centralidade da figuração artística e comemorativa, os representantes das artes, das letras e das ciências evocam o génio e a singularidade nacionais (re)encontradas em (i)materialidades perpetuadas secularmente. Tradicionalidades que são agora (re) vistas no contexto do movimento dos Arts & Crafts, direcionado para a recuperação e desenvolvimento de economias locais.» | por |
| dc.identifier.authoremail | acmartins@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Martins, Ana Cristina Martins (2020) - Museu Arqueológico do Carmo, exposições temporárias e sociedade civil na I República: uma síntese. In J. Arnaldo, A. H. Delavenay & M. di Paola (eds.) - Historia de los museos, historia de la museología. España, Portugal, America. Gijón: Ediciones Trea, pp. 119-126. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 711 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/28793 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Ediciones TREA | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Museu Arqueológico do Carmo | por |
| dc.subject | Associação dos Arqueólogos Portugueses | por |
| dc.subject | I República Portuguesa | por |
| dc.subject | Arqueologia | por |
| dc.title | Museu Arqueológico do Carmo, exposições temporárias e sociedade civil na I República: uma síntese | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 119 | por |
| degois.publication.lastPage | 126 | por |
| degois.publication.location | Gijón | por |
| degois.publication.title | Colecção 'Museología y património cultural' | por |
| rcaap.description.embargofct | Não ter sido ainda lançado nem colocado no mercado livreiro. | por |
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