Os novos limites da nova cidade
| dc.contributor.author | Borges Abel, António | |
| dc.date.accessioned | 2015-01-15T14:26:23Z | |
| dc.date.available | 2015-01-15T14:26:23Z | |
| dc.date.issued | 2006-06 | |
| dc.description.abstract | A cidade, se o quer continuar a ser, deverá manter o seu estatuto de local de trocas: trocas na esfera económica, trocas na esfera social, trocas na esfera cultural, melhor, local de oferta cultural. Porém, com a parafrenália de meios e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), a cidade não pode continuar a ser imaginada e usada como sendo o seu centro e pouco mais tecido urbano periférico àquele. A diversificação da oferta, i.e., o aparecimento de novos “centros”, o seu funcionamento em “rede”, em súmula, a cidade polinucleada, para além de fazer diminuir a pressão sobre o centro, “democratiza” a globalidade do tecido urbano1 ao transferir actividades “nobres” para outras zonas, valorizando estas não só em termos fundiários mas, principalmente, em termos sociais. | por |
| dc.identifier.authoremail | aaba@uevora.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 201 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/12422 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | semanário "Gazeta das Caldas" | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | limites | por |
| dc.subject | cidade | por |
| dc.title | Os novos limites da nova cidade | por |
| dc.type | article | por |