Inspecções de software usando modelos de captura-recaptura na estimação de falhas
| dc.contributor.author | Alpízar-Jara, Russell | |
| dc.contributor.author | Infante, Paulo | |
| dc.contributor.author | Martins, André | |
| dc.contributor.editor | Hill, Manuela Magalhães | |
| dc.contributor.editor | Ferreira, Manuel Alberto | |
| dc.contributor.editor | Dias, José Gonçalves | |
| dc.contributor.editor | Salgueiro, Maria de Fátima | |
| dc.contributor.editor | Carvalho, Helena | |
| dc.contributor.editor | Vicente, Paula | |
| dc.contributor.editor | Braumann, Carlos | |
| dc.date.accessioned | 2012-11-20T14:31:05Z | |
| dc.date.available | 2012-11-20T14:31:05Z | |
| dc.date.issued | 2008-09-01 | |
| dc.description.abstract | Nas últimas décadas, os modelos de captura-recaptura em populações fechadas têm sido muito utilizados para estimar o número de falhas num sistema. Modelos que tomam em conta a heterogeneidade das probabilidades de detecção de falhas, diferenças nas probabilidades de detecção por parte dos avaliadores, e simpli- cações destes modelos têm sido propostos na literatura (ex. Mth;Mh;Mt e M0). Uma classe especí ca de modelos que tem sido amplamente negligenciada, considera diferenças entre a probabilidade da primeira detecção de uma dada falha e as probabilidades de detecção subsequentes. Poderíamos pensar que não há razão para suspeitar, que após a primeira detecção duma falha por parte de um avaliador, a probabilidade de detecção da mesma falha seja diferente para os outros avaliadores. Este tipo de heterogeneidade é conhecido na literatura inglesa sobre vida selvagem por "behavioural response", podendo ser associada a uma potencial falta de independência entre os avaliadores. Admita-se, por exemplo, que após a falha ser detectada pela primeira vez por um avaliador, os restantes avaliadores são alertados de alguma forma para o tipo de falha. Neste estudo, repetindo a análise de um conjunto de dados relativos a uma experiência controlada apresentada em Thelin et al. (2002), observamos que são também possíveis os modelos do tipo Mb;Mbh; e Mtb. Discutimos sobre a validade da hipótese de independência entre os avaliadores e propomos que os modelos do tipo Mb possam ser vistos como um indicador de uma potencial violação deste pressuposto. Analisamos alternativas para testar esta hipótese e outros aspectos relacionados com a aparente independência do número de avaliadores. | por |
| dc.identifier.authoremail | alpizar@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | pinfante@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | jimimartins@gmail.com | |
| dc.identifier.isbn | 978-972-8890-17-9 | |
| dc.identifier.scientificarea | 336 | por |
| dc.identifier.sharewith | DMAT | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/5790 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Edições SPE | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | captura-recaptura | por |
| dc.subject | Inspecção de software | por |
| dc.subject | Fiabilidade de software | por |
| dc.title | Inspecções de software usando modelos de captura-recaptura na estimação de falhas | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 83 | por |
| degois.publication.lastPage | 92 | por |
| degois.publication.title | Estatística da Teoria à Prática | por |