A Eletrificação da Estação Ferroviária do Cais do Sodré em Lisboa: uma perspetiva urbana
| dc.contributor.author | Lourencetti, Fernanda de Lima | |
| dc.contributor.author | Morais, Rita | |
| dc.contributor.editor | Capel, Horacio | |
| dc.contributor.editor | Zaar, Miriam | |
| dc.date.accessioned | 2019-11-04T15:39:22Z | |
| dc.date.available | 2019-11-04T15:39:22Z | |
| dc.date.embargo | 2019 | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | Na primeira metade do século XX os caminhos de ferro começaram a gozar da limpeza, rapidez e flexibilidade de tráfico providas pela eletrificação das linhas. Em 1918, a locomotiva a vapor que percorria os 25 Km de carris entre a estação ferroviária lisboeta Cais do Sodré e a estação Terminus da Linha de Cascais via os seus dias contados. A 16 de Agosto de 1926 a Gazeta dos Caminhos de Ferro anunciou a inauguração dos comboios elétricos da Linha de Cascais, sublinhando a sua importância devido à nova possibilidade de aumentar o seu tráfego. Apesar de ter sido construída pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, a eletrificação da Linha de Cascais foi executada pela Sociedade “Estoril”, com o intuito de promover o turismo da região. Desde o início da conversão do sistema de tração a vapor para o elétrico, foi questionado em entrevistas de imprensa o que ocorreria com a estação do Cais do Sodré. A relevância desta questão está no fato de que a circulação de comboios entre Cascais e Lisboa ocorria desde 1895, mas o edifício definitivo desta estação ainda não tinha sido construído. A razão dada para explicar a demora na criação desta estação foi a sua localização ter sido planeada em terrenos ocupados por barracões da Câmara Municipal e da Alfândega. Sendo assim, o edifício de linhas sóbrias e aspecto monumental prometido pelo engenheiro da Sociedade “Estoril”, Manuel Bello, juntamente com as futuras oficinas de reparação, tiveram grande impacto no urbanismo da região. Com o aumento do tráfego decorrente da eletrificação, a necessidade de ampliar as plataformas de embarque e de acondicionar o caminho de ferro que se encontrava inserido na zona urbana de Lisboa, a construção deste edifício tornou-se crucial. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Lourencetti, Fernanda de Lima. Em CAPEL, Horacio; ZAAR, Miriam (Coords. y Eds.). La electricidad y la transformación de la vida urbana y social. Barcelona: Universidad de Barcelona/Geocrítica, 2019 (ISBN: 978-84-09-13010-8). | por |
| dc.identifier.scientificarea | 201 | por |
| dc.identifier.uri | http://www.ub.edu/geocrit/Electricidad-y-transformacion-de-la-vida-urbana/Electricidad-y-transformacion-urbana.pdf | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/25967 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidad de Barcelona/Geocrítica | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Eletricidade | por |
| dc.subject | Caminho de ferro | por |
| dc.subject | Urbanismo | por |
| dc.subject | Cais do Sodré | por |
| dc.subject | Linha de Cascais | por |
| dc.title | A Eletrificação da Estação Ferroviária do Cais do Sodré em Lisboa: uma perspetiva urbana | por |
| dc.type | bookPart | por |