O impacto da agricultura itinerante no bem-estar das populações rurais e nos ecossistemas naturais e semi-naturais de Timor-Leste
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Hawthorn: Swinburne Press
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Assiste-se todos os anos à destruição de milhares de hectares da floresta em consequência da prática de agricultura itinerante de “slush and burn”ou “desmatamento e queima”. Esta actividade causa alterações nos ecossistemas florestais devido à destruição do coberto vegetal e consequentes alterações na fertilidade do solo. Em Timor-Leste, a agricultura itinerante ainda é hoje praticada como forma de agricultura de subsistência, em que se efectua essencialmente a plantação de culturas anuais.
Com base na caracterização da agricultura itinerante em dois sucos do distrito de Bobonaro, Timor-Leste, reflecte-se sobre o impacto dessa prática no desenvolvimento sustentável dos ecossistemas florestais de Timor-Leste.
A recolha da informação primária foi realizada através de inquérito por questionário aos agricultores praticantes de agricultura itinerante. O questionário caracterizou o método de agricultura itinerante, ouviu a opinião dos agricultores sobre o derrube e queima das áreas florestais e sobre a importância da floresta.
Palavras-chave: agricultura itinerante; ecossistemas florestais; sustentabilidade; Timor-Leste
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Jesus, Maria, Pedro Henriques, Pedro Laranjeira, Vanda Narciso, (2012), “O impacto da agricultura itinerante no bem-estar das populações rurais e nos ecossistemas naturais e semi-naturais de Timor-Leste”, in Michael Leach, Nuno Canas Mendes, Antero B. da Silva, Bob Boughton and Alarico da Costa Ximenes (editors) “Peskiza foun kona ba / Novas investigações sobre / New Research on / Penelitian Baru mengenai Timor-Leste", Hawthorn: Swinburne Press, ISBN 978-0-85590-832-4.