Novos media sociais na comunicação de benefícios e riscos alimentares: o caso das crises alimentares na Europa.
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Autoridade de Segurança Alimentar e Económica – ASAE,
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O trabalho apresentado neste artigo foi realizado no âmbito do projeto FoodRisC -
Perceção e comunicação de riscos e benefícios
alimentares na Europa (Ref.: FP7-KBBE-2009-2-1-
02), um projeto de investigação iniciado em
Junho de 2010 e financiado pelo 7º Programa
Quadro da Comissão Europeia. Este planeia
produzir ferramentas concretas para melhorar a comunicação sobre os benefícios e os riscos na alimentação. O consórcio FoodRisC engloba peritos em áreas chave de comunicação sobre os benefícios e riscos dos alimentos, que fazem parte de institutos de investigação, organizações de consumidores e PMEs em nove Estados-Membros da UE. A este nível serão apresentados os resultados preliminares da análise dos chamados media sociais e nomeadamente, das mensagens produzidas no twitter, durante a crise alimentar resultante da contaminação pela
bactéria E. coli em maio-julho de 2011. Tal como definido pelo projeto, uma crise refere-se à perceção dos consumidores, de que existe uma ameaça à sua saúde que não é possível ser controlada por si próprios ou por outros (por ex. autoridades de segurança alimentar). Esta crise envolveu principalmente a Espanha e a Alemanha mas teve também consequências (psicológicas, sociais, económicas, …) nos restantes países
europeus, Portugal incluído.