Remoção e metabolização de Dexametasona por plantas da família das macrófitas

dc.contributor.authorSilva, M.
dc.contributor.authorSerrano, C.
dc.contributor.authorPires, T.
dc.contributor.authorCarvalho, A. P.
dc.contributor.authorDordio, A. V.
dc.contributor.authorPinto, A. P.
dc.contributor.authorTeixeira, D. M.
dc.date.accessioned2012-01-30T12:28:06Z
dc.date.available2012-01-30T12:28:06Z
dc.date.issued2011-05
dc.description.abstractA presença de compostos farmacêuticos e seus metabolitos no ambiente aquático tornou-se nos últimos anos um problema ambiental emergente. Assim, tornou-se essencial o desenvolvimento de processos de remoção mais eficientes, como o tratamento de efluentes com leitos construídos de macrófitas (LCM) que, em muitos casos, tem permitido a obtenção de águas residuais finais de boa qualidade. Este trabalho teve como objectivo avaliar a eficiência de remoção de um anti-inflamatório de origem veterinária, a dexametasona, por um microcosmos de LCM utilizando LECA 2/4 como matriz de suporte, e plantado com Phragmites australis. Preliminarmente, foi avaliada a capacidade de adsorção da dexametasona pelo material LECA, a diversas concentrações iniciais, em água e num efluente recolhido após um tratamento secundário. A LECA demonstrou elevada capacidade de remoção da dexametasona, quer em água quer em efluente, embora neste último meio se tenha verificado um ligeira diminuição na eficiência de remoção (∼2 %). Posteriormente foi avaliada a eficiência de remoção da dexametasona alcançada pelo microcosmos de LCM, em dois ensaios realizados em estações do ano opostas (Inverno e Verão), a qual se verificou ter sido muito elevada (∼80 %) podendo a maior parte da eficiência ser atribuída à matriz de suporte através de fenómenos de adsorção. No entanto, comparando as remoções alcançadas em leitos plantados e não-plantados verificou-se que as plantas permitiram acelerar significativamente o processo de remoção. As amostras de tecidos de folhas das plantas usadas nos ensaios foram analisadas por LC-ESI-MS, tendo sido possível constatar a presença de DEXA e de dois dos seus metabolitos, o que sugere que a DEXA é absorvida e translocada para a parte área da planta, sofrendo uma rápida metabolização/transformação (num período inferior a 48h). Os resultados deste estudo apontam para o potencial de utilização dos LCMs, tendo LECA como matriz de suporte e plantados com Phragmites australis, para a remoção de DEXA de efluentes contaminados com este anti-inflamatório de origem veterinária.por
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dc.identifier.citationM. Silva, C. Serrano, T. Pires, A.P. Carvalho, A.V. Dordio, A.P. Pinto, D.M. Teixeira, "Remoção e metabolização de Dexametasona por plantas da família das macrófitas", poster apresentado nas Jornadas do Centro de Química de Évora, Évora, Portugal, Maio 2011.por
dc.identifier.scientificarea276por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/4509
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectconstucted wetlandspor
dc.subjectwastewater treatmentpor
dc.subjectpharmaceuticalspor
dc.subjectdexametasonapor
dc.subjectorganic xenobiotics removalpor
dc.titleRemoção e metabolização de Dexametasona por plantas da família das macrófitaspor
dc.typearticlepor

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