Envelhecer com as memórias da guerra: vulnerabilidades em contexto de crise sanitária. RIAGE. Revista Ibero Americana de Gerontologia

dc.contributor.authorSilva, Sara
dc.contributor.authorRomão, Ana
dc.contributor.authorBaltazar, Maria da Saudade
dc.contributor.authorBaptista, Luís
dc.contributor.editorPocinho, Ricardo
dc.contributor.editorSilva, Silva
dc.contributor.editorGordo, Sara
dc.date.accessioned2025-11-27T00:18:31Z
dc.date.available2025-11-27T00:18:31Z
dc.date.issued2023-12
dc.description.abstractEstimativas da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional e da Associação dos Deficientes das Forças Armadas apontam para um universo de cerca de 400 mil antigos combatentes (AC), com idades compreendidas entre os 61 e os 80 anos. Quando ao envelhecimento se associam vulnerabilidades na saúde física e psicológica, como acontece frequentemente com os AC, estamos perante um campo de investigação pouco explorado no contexto nacional. Tradicionalmente, as associações de AC têm desempenhado papéis relevantes na sinalização pública dos problemas e na promoção do bem-estar dos antigos militares. Durante a pandemia Covid-19, essa capacidade de ação foi fortemente afetada pelas restrições inerentes ao estado de emergência. Uma das consequências foi a disrupção nas relações sociais causada pelos períodos de confinamento, com impacto no isolamento social e nos sentimentos de solidão. O objetivo deste artigo é precisamente refletir sobre o impacto da pandemia nos AC e na capacidade de ação das suas associações, enquanto o “novo normal” introduziu o distanciamento social como medida de saúde pública. Utilizamos uma metodologia qualitativa, através de um estudo de caso exploratório realizado no núcleo da Liga dos Combatentes, em Vendas Novas, com a aplicação de entrevistas aos seus associados. Os resultados evidenciam o valor da ação das associações na vida destes indivíduos, sobretudo em termos das sociabilidades que se tornam possíveis nestes ambientes e propiciam a partilha de memórias da guerra. Do trabalho realizado também se infere a necessidade de conhecer melhor as condições objetivas e subjetivas do que significa envelhecer com as memórias da guerra.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailbaltazar@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationSilva, S., Romão, A., Baltazar, M. S. & Baptista, L. (2023). Envelhecer com as memórias da guerra: vulnerabilidades em contexto de crise sanitária. RIAGE. Revista Ibero Americana de Gerontologia, 4, 374- 387- https://www.riagejournal.com/index.php/riage/article/view/92/74/International Scientific Indexing (ISI), CrossRef, Google Académico, Scilit, Sudoc, ROAD, OpenAlexpor
dc.identifier.issn2795 – 5559
dc.identifier.scientificarea686por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Sociologia e Turismopor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/39664
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherANGES - Associação Nacional de Gerontologia Socialpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectantigos combatentespor
dc.subjectenvelhecimentopor
dc.subjectisolamento socialpor
dc.subjectsolidãopor
dc.titleEnvelhecer com as memórias da guerra: vulnerabilidades em contexto de crise sanitária. RIAGE. Revista Ibero Americana de Gerontologiapor
dc.typearticle

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
2023 - RIAGE.pdf
Size:
5.76 MB
Format:
Adobe Portable Document Format

License bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
license.txt
Size:
3.89 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: