“A INTERCULTURALIDADE NA MÚSICA DE AARON COPLAND”

dc.contributor.authorLopes, Eduardo
dc.contributor.authorGaspar, Paulo
dc.contributor.editorRamos, Fernando
dc.date.accessioned2012-11-26T16:40:59Z
dc.date.available2012-11-26T16:40:59Z
dc.date.issued2010
dc.description.abstractO jazz é um dos géneros musicais que mais facilmente faz a ponte entre as tradições erudita e não erudita. O processo de mistura do jazz com a música erudita foi iniciado nos anos 20 do século XX e mantém-se até hoje. Neste movimento que pretendeu “trazer” o jazz para a orquestra sinfónica encontramos compositores como: George Gershwin na Rhapsody in Blue (referida nos jornais da época como uma rapsódia de jazz), American in Paris ou Porgy and Bess; Rolf Liebermann no Concerto for Band and Symphony Orchestra; Paul Hindemith na Suite 1922, Darius Milhaud na obra La Création du Monde. Nos anos 40 do séc. XX, importantes figuras do panorama erudito mundial, tais como Vladimir Horowitz, Francis Poulenc, Walter Giesking, Arturo Toscanini, eram visitas frequentes dos clubes de jazz da rua 52 em Nova Iorque. Todos eles iam maravilhar-se com os músicos de jazz da altura, entre eles o prodigioso pianista, quase cego, chamado Art Tatum, cujo virtuosismo e brilho musical lhes parecia quase sobre-humano (Gelly 2000). Este encontro entre a música erudita e o jazz também acontecia na elaboração dos programas. Por exemplo, a versatilidade do clarinetista Benny Goodman foi posta à prova no concerto realizado no dia 1 de Maio de 1940, no Hollywood Bowl, quando tocou na primeira parte o Concerto de Mozart, sob a direcção de Leopold Stokovsky e, na segunda parte do mesmo concerto apresentou-se com a big band e também em sexteto. A imprensa considerou este concerto “um sucesso fenomenal” (Connor 1969). Foram muitos os concertos nos quais Goodman repetiu esta faceta. Aliás, foram diversas as vezes que repetiu esta ‘performance’ dupla com o Concerto de Mozart e jazz na segunda parte. Outras obras eruditas tocadas em situações semelhantes foram por exemplo: Concertino e Concerto nº 2 de Weber, e o Trio de Beethoven.por
dc.identifier.authoremailel@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citation“A INTERCULTURALIDADE NA MÚSICA DE AARON COPLAND”, in Fernando Ramos (ed.), Tendiendo Puentes hacia la Interculturalidad, Ediciones K & L Granada –Spain, 2010por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/5996
dc.language.isoporpor
dc.publisherEdiciones K & L Granada –Spainpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectMúsicapor
dc.subjectAnálisepor
dc.subjectPráticas Interpretativaspor
dc.title“A INTERCULTURALIDADE NA MÚSICA DE AARON COPLAND”por
dc.typebookPartpor

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