A música na Catedral de Évora no limiar de setecentos: Aspetos de transição na obra de Diogo Dias Melgaz e Pedro Vaz Rego

dc.contributor.authorHenriques, Luís
dc.date.accessioned2019-12-05T17:01:37Z
dc.date.available2019-12-05T17:01:37Z
dc.date.issued2019-04-10
dc.description.abstractNa última década do século XVII e primeiras do XVIII assistiu-se a uma transformação nos repertórios e práticas musicais utilizados na Catedral de Évora, através da introdução gradual de obras musicais em estilo concertado, nomeadamente da autoria dos compositores que dirigiram as atividades musicais nesta instituição como é o caso de Diogo Dias Melgaz e o seu sucessor no cargo de mestre de capela, Pedro Vaz Rego. Simultaneamente, a gradual substituição do grupo instrumental associado à Catedral de um conjunto maioritariamente composto por instrumentos de sopro, cuja existência é conhecida na Catedral desde pelo menos as primeiras décadas do século XVI, para instrumentos de corda veio alterar significativamente a atividade nesta instituição em termos do seu repertório musical. Todavia, simultaneamente à atualização do repertório ao gosto da época, de influência italiana, mantém-se ainda um largo grupo de obras no chamado estilo antigo, decorrentes da tradição polifónica que marcou a atividade litúrgico-musical da Catedral nos séculos XVI e XVII. Tanto Melgaz como Rego escreveram música neste estilo já em desuso no início do século XVIII, juntamente com obras, que embora não sendo em estilo concertado, apontam já para a música que será escrita pelos seus sucessores ao longo do século XVIII, sobretudo obras vocais com acompanhamento instrumental de órgão e cordas. No caso de Melgaz, a sua produção musical sobrevivente é composta sobretudo por obras em estilo antigo com algumas em estilo policoral. A produção de Rego, pelo contrário, é composta largamente por obras corais com acompanhamento, encontrando-se reduzido número em estilo antigo. Desta forma, o presente estudo aborda a produção musical destes dois mestres enquanto compositores situados num momento de transição musical da Catedral de Évora que, embora autores de obras ditas modernas para época, continuaram a escrever segundo o estilo consagrado ao longo dos séculos precedentes.por
dc.identifier.authoremailluiscfhenriques@uevora.pt
dc.identifier.citationHenriques, Luís. "A música na Catedral de Évora no limiar de setecentos: Aspetos de transição na obra de Diogo Dias Melgaz e Pedro Vaz Rego". IV Simposio Internacional Jóvenes Investigadores del Barroco Iberoamericano: Las orillas del Barroco, CeIBA, Complejo Cultural San Francisco (Cáceres), 10 de abril de 2019.por
dc.identifier.scientificarea203por
dc.identifier.urihttps://jovenesceiba.com/
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/26088
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dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectmusicologiapor
dc.subjectmúsicapor
dc.subjectPedro Vaz Regopor
dc.subjectDiogo Dias Melgazpor
dc.subjectmúsica sacrapor
dc.subjectCatedral de Évorapor
dc.subjectséculo XVIIIpor
dc.titleA música na Catedral de Évora no limiar de setecentos: Aspetos de transição na obra de Diogo Dias Melgaz e Pedro Vaz Regopor
dc.typelecturepor
degois.publication.firstPage50por
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degois.publication.locationComplejo Cultural San Francisco (Cáceres)por
degois.publication.titleIV Simposio Internacional Jóvenes Investigadores del Barroco Iberoamericano: Las orillas del Barrocopor

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