Património intangível, evolução icono-cartográfica da imagem de dois mosteiros cistercienses: a casa-mãe da Ordem feminina (Abadia de Nossa Senhora de Tart (Dijon─França) e Mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora ─ Portugal)
| dc.contributor.author | Monteiro, Maria Filomena | |
| dc.contributor.author | Tereno, Maria do Céu | |
| dc.contributor.author | Pereira, Marízia | |
| dc.contributor.editor | Ler, Hora de | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T09:42:05Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T09:42:05Z | |
| dc.date.issued | 2019-07 | |
| dc.description.abstract | A Ordem de Cister surge como um ramo reformado dos beneditinos cuja origem remonta à fundação da abadia de Cister em 1098 na comuna de Saint-Nicolas-lès-Cîteaux, Borgonha por Roberto de Champagne, abade de Molesme. Alguns monges da congregação monástica de Cluny deixaram-na, com o intuito de retomar a observância da antiga regra beneditina, como reação ao abrandamento da Ordem de Cluny. A reestruturação da regra beneditina foi inspirada pela reforma gregoriana, de que a ordem cisterciense adotou o ascetismo, o rigor litúrgico e definiu o trabalho como valor primordial. Étienne Harding escreveu entre 1114 e 1118 "Carta Caritatis" ou Carta da Caridade, texto constitucional fundamental que estipulava todos as ações e vivência dos seus monges. Nela institui a igualdade entre os mosteiros da ordem. Uma das figuras mais marcantes desta Ordem foi S. Bernardo de Claraval (Bernard de Fontaine, 1090-1153), figura fundamental na expansão da mesma. Esta disseminação ocorreu de forma muito acelerada. A Ordem estabeleceu-se em Portugal pela primeira vez em S. João de Tarouca em 1144, no antigo mosteiro da Ordem de S. Bento. Os mosteiros cistercienses do século XII alteraram a observância, sendo de fundação nova o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. A Ordem de Cister foi pioneira na criação de casas religiosas em território nacional contando com o beneplácito de D. Afonso Henriques. Os seus primeiros monges instalaram-se em vastos terrenos doados por este monarca na região das beiras, local recém-conquistado e que importava desenvolver e povoar. O contributo da Ordem revelou-se relevante, não apenas através dos edifícios que nos legaram como também de inovadores conhecimentos, nomeadamente de cariz agrícola que localmente transmitiram. O objetivo do trabalho que nos propomos realizar, consiste em estudar o património intangível que representa a análise da evolução da imagem da cidade através da análise cartográfica e iconográfica em duas cidades (Évora e Dijon) através de dois antigos edifícios monásticos patrimoniais cistercienses. | por |
| dc.identifier.authoremail | filomena.monteiro@cm-evora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | ceutereno@gmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | mariziacmdp3@gmail.com | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-54473-8-1 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/25742 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Hora de ler. Leiria | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | : Património intangível; imagem da cidade; cartografia | por |
| dc.title | Património intangível, evolução icono-cartográfica da imagem de dois mosteiros cistercienses: a casa-mãe da Ordem feminina (Abadia de Nossa Senhora de Tart (Dijon─França) e Mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora ─ Portugal) | por |
| dc.type | article | por |