Tratamento e controlo sintomático nas feridas malignas

dc.contributor.authorFrias, Ana
dc.contributor.authorChaves, Débora
dc.date.accessioned2013-01-25T17:56:46Z
dc.date.available2013-01-25T17:56:46Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractAs lesões malignas cutâneas podem ocorrer em cerca de 5% dos doentes com cancro e 10% dos doentes que apresentam metástases e surgem frequente nos seus últimos seis meses de vida, sendo neste contexto que surge a ferida maligna, associada a progressão da doença e agravamento do prognóstico. As feridas neoplásicas constituem uma temática pouco abordada na literatura nacional e internacional quando comparadas com outro tipo de feridas, principalmente devido à falta de publicação de trabalhos de investigação nesta área. Existem, essencialmente, estudos de casos particulares. Objetivo: identificar medidas eficazes de tratamento e controlo sintomático da ferida maligna. Método: realizou-se uma revisão sistemática da literatura em dois momentos distintos, nomeadamente em Outubro e em Dezembro de 2011. A pesquisa efetuou-se através do sistema Medline e PubMed, utilizando o descritor “fungating wounds”. Para este artigo foram selecionados como critérios de inclusão a data compreendida entre 2000 e 2011 e a descrição ao longo do artigo das intervenções para tratamento e controlo sintomático da ferida maligna, tenso sido incluídos 13 artigos. Conclusões: A abordagem à ferida passa, não só, pelo controlo dos eventos físicos, mas está, sim, intimamente interligada com o apoio psicológico. O tratamento das feridas malignas deverá estar associado ao tratamento da neoplasia. Se o tumor responder a tratamentos adjuvantes como a radioterapia ou a quimioterapia, A ferida poderá evoluir para a cura ou reduzir o seu tamanho. As neoplasias nem sempre respondem aos tratamentos, e, muitas das vezes este tipo de tratamentos é meramente paliativo. E sendo assim, o tratamento local da ferida tem como principal objetivo: o controlo da sintomatologia presente, através de intervenções como a escolha de material de penso adequado ou a utilização de agentes tópicos que promovam a hemóstase, assim como a utilização de medidas sistémicas para controlar a dor e a infeção.por
dc.identifier.authoremailanafrias@uevora.pt
dc.identifier.authoremaildeboranchaves@gmail.com
dc.identifier.citationFrias, A., Chaves, D. (2012).Tratamento e controlo sintomático nas feridas malignas,11ª Conferência Internacional de Representações Sociais - III Colóquio Luso-Brasileiro sobre Saúde, Educação e Representações Sociais. ISBN:978-989-20-3167-5por
dc.identifier.isbn978-989-20-3167-5
dc.identifier.principalpublicationtitle11ª Conferência Internacional de Representações Sociais - III Colóquio Luso-Brasileiro sobre Saúde, Educação e Representações Sociais
dc.identifier.scientificarea745por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7762
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFeridas malignaspor
dc.subjectControlo sintomáticopor
dc.subjectPaliaçãopor
dc.titleTratamento e controlo sintomático nas feridas malignaspor
dc.typearticlepor
degois.publication.locationÉvorapor
degois.publication.title11ª Conferência Internacional de Representações Sociais - III Colóquio Luso-Brasileiro sobre Saúde, Educação e Representações Sociaispor

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