Morfoevolução de casas religiosas carmelitas e sua envolvente urbana em três continentes: Europa (Évora), Ásia (Goa), América (Salvador da Bahia)

dc.contributor.authorTereno, Maria
dc.contributor.authorMonteiro, Filomena
dc.contributor.authorPereira, Marízia
dc.date.accessioned2023-01-04T14:59:05Z
dc.date.available2023-01-04T14:59:05Z
dc.date.issued2022-11
dc.description.abstractResumo: A Ordem dos Carmelitas Descalços (OCD) deve a sua fundação, em Ávila, Espanha, a Teresa Sanchez de Capeda y Ahumada (1515-1582), que adotou como religiosa o nome de Teresa de Jesus. Figura relevante da Contra Reforma desempenhou um papel fundamental, através das suas obras, sobre a vida contemplativa e espiritual. Este movimento teve uma grande expansão na Península Ibérica e sequencialmente em territórios mais longínquos através do ramo masculino, posteriormente criado. Em Portugal a primeira casa masculina fundada, o Convento de São Filipe (1581), na Pampulha, em Lisboa, foi integrado na província da Baixa Andaluzia. Em 1612, constituiu-se a Província Portuguesa da Ordem dos Carmelitas Descalços, designada como S. Filipe do Reino de Portugal, adveniente da desvinculação entre os conventos portugueses e os da Baixa Andaluzia. O presente trabalho procurará encontrar pontos de convergência, de carácter arquitetónico eurbano, entre três casas religiosas da Ordem dos Carmelitas Descalços, situados em continentes distintos e datas fundacionais sequentes. A primeira na Europa, especificamente em Portugal (Évora), o Convento de Nossa Senhora dos Remédios (1594), a seguinte na Ásia (Índia – Goa), o Convento de Nossa Senhora do Carmo (1620), e finalmente no continente americano (Brasil – Salvador da Bahia), o Convento de Santa Teresa de Jesus (1665). Aspeto relevante e enriquecedor nesta pesquisa foi a diversidade geográfica e cultural, que contribuiu com as suas marcas específicas. Pretende-se analisar legados patrimoniais, situados em distintas realidades geo-temporais, edificados em antigo território português e em Portugal continental, a arquitetura na influência que os princípios instituídos pela Ordem representaram na construção inicial, a envolvente urbana e o presente legado. Para essa análise serão utilizados documentos de caracter diversificado, nomeadamente cartografia, iconografia, fotografias antigas e elementos escritos, considerados relevantes.por
dc.identifier.authoremailceutereno@gmail.com
dc.identifier.authoremailmonteiro.filomena@gmail.com
dc.identifier.authoremailmariziacmdp3@gmail.com
dc.identifier.scientificarea327por
dc.identifier.uri978-972-640-187-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/33116
dc.identifier.withinvitedoralpresentationsimpor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherComissão de Estudos Históricos e Património Cultural da Ordem dos Carmelitas Descalços (CEHPC-OCD)por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectcasas religiosas; arquitetura; cartografia; iconografia; malha urbanapor
dc.titleMorfoevolução de casas religiosas carmelitas e sua envolvente urbana em três continentes: Europa (Évora), Ásia (Goa), América (Salvador da Bahia)por
dc.typelecturepor

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