Espacialidade cisterciense feminina: boticas e a arte de curar ─ Lisboa, Évora e Portalegre (PORTUGAL)
| dc.contributor.author | Pereira, Marízia | |
| dc.contributor.author | Tereno, Maria do Céu | |
| dc.contributor.author | Monteiro, Maria Filomena | |
| dc.contributor.editor | Textiverso | |
| dc.date.accessioned | 2018-12-27T17:35:38Z | |
| dc.date.available | 2018-12-27T17:35:38Z | |
| dc.date.issued | 2018-06 | |
| dc.description.abstract | Resumo: A Ordem de Cister surgiu quando em 8 de Abril de 1153, D. Afonso Henriques doou ao Abade do Mosteiro de Claraval, S. Bernardo, com o privilégio de couto, o lugar de Alcobaça, estabelecendo assim a fundação da Abadia de Alcobaça que se tornou a Casa-Mãe da Ordem em Portugal. Esta ordem religiosa deixou, desde a sua fundação, marcas relevantes em diversas áreas, desde o povoamento e consolidação do território, através da localização dascasas e consequente desenvolvimento urbano gerado por estas, à construção de edifícios de grande qualidade arquitetónica. Também no ensino foram inovadores nomeadamente no que respeita à agricultura com a introdução de práticas mais desenvolvidas e eficazes, e à criação de boticas nos seus mosteiros para prestar auxílio não apenas às comunidades residentes, mas também à população em geral que acorria em busca de auxílio. As boticas que se conhecem na Europa ocidental nasceram dentro dos conventos e mosteiros, criando dentro dos espaços claustrais, um lugar para efetuar experiências e preparar mezinhas. De modo geral, estas dispunham de um jardim botânico, ou horto, onde as plantas medicinais necessárias à confeção dos medicamentos eram plantadas. Desta Ordem religiosa iremos analisar três mosteiros femininos: S. Bento de Cástris em Évora (1274), S. Bernardo em Portalegre (1518) e Nossa Senhora da Nazareth do Mocambo em Lisboa (1653). Procurar-se-á sinalizar a localização das antigas boticas e espaços a elas adstritos no que respeita à sua integração na articulação funcional destes mosteiros. Para além dos espaços físicos das boticas, como aspeto de muito realce, refiram-se os medicamentos e mezinhas nelas confecionados, que incluíam acervos vegetais que se vai procurar identificar nos três mosteiros em apreço. | por |
| dc.identifier.authoremail | marizia@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | ceutereno@gmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | monteiro.m.filomena@gmail.com | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-8812-83-4 | |
| dc.identifier.scientificarea | 738 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/23785 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Textiverso | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Mosteiros femininos; Arquitetura; Boticas | por |
| dc.title | Espacialidade cisterciense feminina: boticas e a arte de curar ─ Lisboa, Évora e Portalegre (PORTUGAL) | por |
| dc.type | article | por |