O aqueduto romano de Olisipo: viabilidade ou utopia? Ensaio de traçado apoiado em modelação geográfica

dc.contributor.authorMascarenhas, José Manuel
dc.contributor.authorBilou, Francisco
dc.contributor.authorSousa-Neves, Nuno
dc.date.accessioned2013-02-11T12:29:39Z
dc.date.available2013-02-11T12:29:39Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractDatam do século XVI as primeiras referências ao aqueduto de Olisipo tendo por fundamento as nascentes de Água Livre e a barragem romana de Belas. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, sempre que se estudou a forma de trazer água a Lisboa, arquitectos e engenheiros noticiaram a existência de restos de um cano antigo, parte dele recentemente estudado e publicado como sendo o «aqueduto romano da Amadora». Pese embora tais evidências, a falta de provas arqueológicas na área urbana de Lisboa foi adiando a discussão sobre o tema, fazendo com que alguns investigadores o considerem uma utopia. Este estudo, apoiando-se nos testemunhos literários conhecidos e na interpretação funcional de estruturas arqueológicas romanas associadas à água, centrou-se no desenvolvimento de ensaios inéditos, para definição do traçado do aqueduto, através de processos de modelação geográfica inovadora em SIG, usando vários critérios tais como o declive médio, comum no mundo romano. Foram geradas diversas superfícies de condicionamento topográfico, visando a criação de um traçado viável que permitisse conduzir a água aos dois termini da cidade antiga - Porta de Santo André e São Roque - referenciados por Leonardo Turriano. Com a devida prudência, a viabilidade da obra parece estar assegurada, admitindo os autores todavia que o traçado romano possa ter sido, em parte, distinto do apresentado.por
dc.identifier.authoremailmascarenhas_jm@sapo.pt
dc.identifier.authoremailfrancisco.bilou@gmail.com
dc.identifier.authoremailnneves@uevora.pt
dc.identifier.citationMASCARENHAS, J.M., BILOU, F., SOUSA-NEVES, N, (2012), "O aqueduto romano de Olisipo: viabilidade ou utopia? Ensaio de traçado apoiado em modelação geográfica". Revista Portuguesa de História, Coimbra, nº. 43, pp 239-264, (Indexed in Bibliographie Géographique Internationale and LATINDEX) ISSN: 0870.4147por
dc.identifier.issn0870.4147
dc.identifier.revistaRevista Portuguesa de História
dc.identifier.scientificarea709por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8346
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherRevista Portuguesa de Históriapor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectAqueduto Romanopor
dc.subjectModelação Geográficapor
dc.subjectEnsaio de Viabilidadepor
dc.subjectSIGpor
dc.titleO aqueduto romano de Olisipo: viabilidade ou utopia? Ensaio de traçado apoiado em modelação geográficapor
dc.typearticlepor
degois.publication.issue43por
degois.publication.locationCoimbrapor
degois.publication.titleRevista Portuguesa de Históriapor

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