Avaliação do tratamento intra-articular com solução de proteína autóloga em equinos

dc.contributor.authorMarreiros, Ana
dc.contributor.authorFino, Tomé
dc.contributor.authorRoda, Rute
dc.contributor.authorMonteiro, Susana
dc.date.accessioned2024-08-27T14:15:32Z
dc.date.available2024-08-27T14:15:32Z
dc.date.issued2024-03-01
dc.description.abstractIntrodução e objetivos: A solução de proteína autóloga (APS) é uma terapia anti-inflamatória que contém uma elevada concentração de fatores de crescimento e que, gradualmente, se tem tornado uma opção de interesse na medicina de equinos, canídeos e do homem. Considerando a escassa bibliografia atualmente disponível, o presente estudo retrospetivo pretendeu avaliar os efeitos da APS no tratamento de equinos com diagnóstico prévio de osteoartrite (OA). Metodologias e resultados: Os dados respetivos aos equinos tratados com APS foram obtidos a partir dos registos clínicos. Os equinos com diagnóstico de OA foram selecionados para a amostragem, porém os animais com lesões radiográficas severas foram excluídos. De entre as informações recolhidas, foram incluídos os exames de claudicação antes e depois do tratamento, os registos radiográficos e ecográficos quando presentes, os registos dos tratamentos prévios e da necessidade de segunda administração de APS e a presença de reações adversas. A resposta clínica foi classificada em “positiva”, “parcialmente positiva” ou “negativa”. A análise inferencial estatística baseou-se em metodologias não paramétricas, nomeadamente correlação de Spearman, testes de Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e do qui-quadrado. Um valor p 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Foram incluídas 31 articulações de 21 cavalos. A resposta clínica foi positiva em 83,9% dos casos, inclusive em animais com efusão moderada a severa, lesões radiográficas moderadas e com sinais de sinovite e capsulite. Apesar disso, a APS não produziu melhorias clínicas nos casos que envolveram dor óssea subcondral. Uma segunda infiltração foi necessária em 32,2% das articulações, que manifestaram um grau de claudicação inicial mais elevado comparativamente aos casos em que não houve reforço terapêutico (p=0,050). Não foram observadas quaisquer reações adversas. Principais conclusões: O presente estudo conseguiu cumprir o objetivo principal ao demonstrar que a APS é eficaz e segura para o tratamento de OA ligeira em equinos. Além disso, também demonstrou ser eficaz nas articulações que apresentaram efusão, lesões radiográficas moderadas e alterações ecográficas, contrariamente aos casos com dor óssea subcondral associada. A amostragem sugere que infiltrações repetidas podem ser determinadas pela severidade da claudicação inicial, mas mais estudos devem ser elaborados para confirmar estes achados.por
dc.identifier.authoremailnd
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dc.identifier.authoremailsosm@uevora.pt
dc.identifier.citationMarreiros A, Fino T, Roda R, Monteiro S (2024) Avaliação do tratamento intra-articular com solução de proteína autóloga em equinos. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias. Livro de resumos das 15as Jornadas Internacionais do Hospital Veterinário Muralha de Évora 119(625), 29.por
dc.identifier.scientificarea206por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/37226
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectEquinopor
dc.subjectarticulaçãopor
dc.subjecttratamentopor
dc.subjectproteínapor
dc.subjectautólogapor
dc.titleAvaliação do tratamento intra-articular com solução de proteína autóloga em equinospor
dc.typelecturepor

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