Regulação do volume de aplicação em pulverizadores de pressão de jacto projectado para tratamentos herbicidas

dc.contributor.authorBarros, José
dc.contributor.authorBasch, G.
dc.contributor.authorCarvalho, Mário
dc.contributor.authorBrasil, Felipe
dc.date.accessioned2010-11-22T10:01:01Z
dc.date.available2010-11-22T10:01:01Z
dc.date.issued2004-10
dc.description.abstractO pulverizador de pressão de jacto projectado é dentro dos diferentes grupos de pulverizadores, o único apropriado para realizar tratamentos herbicidas, pelo facto de ser também o único que permite uma distribuição uniforme da calda em toda a sua largura de trabalho, factor essencial para um bom controlo de infestantes.A regulação do volume de calda (produto químico + água) a aplicar por unidade de área é fundamental para que haja sucesso no tratamento a efectuar. Em agricultura, e numa época em que se exige cada vez mais rigor quer da parte dos agricultores, quer dos técnicos agrícolas, a lei do “mais ou menos” deverá ser banida de vez do dicionário dos agentes envolvidos, nomeadamente quando se trata da aplicação de produtos fitofarmacêuticos. Aplicar herbicidas ou outros produtos agroquímicos seguindo a “lei” anterior, poderá significar diversas coisas. Se o agricultor aplicar produto a mais, poderá causar além dos problemas ambientais, um significativo aumento nos custos de produção da cultura e não raras vezes, fitotoxicidade que conduzirá à redução da produção. Se de forma inversa, o agricultor aplicar produto a menos, a eficácia deste será reduzida, podendo ocasionar um deficiente controlo de infestantes, e consequentemente a diminuição da produção das culturas. Assim, o agricultor deve ser rigoroso na aplicação dos produtos químicos, utilizando as concentrações adequadas para um determinado volume de água. Se definir as doses correctas dos produtos químicos pode não ser difícil, aplicar a quantidade correcta de calda por hectare torna-se, por vezes, mais complicado. Para que haja rigor na aplicação de agroquímicos, nomeadamente de herbicidas, o agricultor deverá entre outras coisas, saber regular o volume de calda a aplicar com o seu pulverizador.en
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dc.identifier.accesstypelivreen
dc.identifier.authoremailjfcb@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailmjc@uevora.pt
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dc.identifier.editorpersonVeloso, Sousa
dc.identifier.editorpersonAlarcão, Alberto
dc.identifier.editorpersonMelo, Alberto
dc.identifier.editorpersonFrazão, Amélia
dc.identifier.editorpersonAvilez, Francisco
dc.identifier.numrev1701en
dc.identifier.pagina23-33en
dc.identifier.principalpublicationtitleProtecção de Culturasen
dc.identifier.revistaVida Ruralen
dc.identifier.scientificarea606en
dc.identifier.sharewithICAAM (Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas)en
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/2220
dc.language.isoeng
dc.peerreviewednoen
dc.publisherIFE-Edições e Formação, SA.en
dc.rightsopenAccessen
dc.subjectPulverizadores, regulações, volume de aplicaçãoen
dc.titleRegulação do volume de aplicação em pulverizadores de pressão de jacto projectado para tratamentos herbicidasen
dc.typearticleen

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