Controlo do Lolium rigidum Gaud e de infestantes dicotiledóneas em pós-emergência na cultura da cevada em sementeira directa. Ensaio: Dopler + Sekator
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No ano agrícola de 2007/2008, realizou-se um ensaio de campo, cujo objectivo foi estudar o efeito de doses inferiores às recomendadas de diclofope-metilo + fenoxaprope – p – etilo + mefenepir dietilo (Dopler) e amidosulfurão & iodosulfurão & mefenepir – dietilo (Sekator) no controlo de infestantes mono e dicotiledóneas em pós-emergência, e na produção de cevada dística em sementeira directa.
Os ensaios realizaram-se na herdade da Revilheira (Reguengos de Monsaraz), pertença da DRAAL (Direcção Regional de Agricultura do Alentejo).
Os resultados obtidos demonstram claramente que a eficiência no controlo de ambas as infestantes (Lolium e dicotiledóneas) foi para a generalidade dos tratamentos, superior quando a aplicação se efectuou numa fase mais precoce do desenvolvimento dessas infestantes. Nesta época de aplicação, a eficiência no controlo do Lolium foi maior (embora não significativamente) quando se aumentou a dose de Sekator de 0.125 l ha-1para 0.15 l ha-1 e para todas as doses de Dopler. Na 2ª época de aplicação isso só não se verificou para a dose intermédia de Dopler (2 l ha-1). Nas dicotiledóneas, conseguiu-se obter um controlo máximo destas infestantes com a dose mais alta de Sekator (0.15 l ha-1), mas mesmo para as doses inferiores a esta, a eficiência foi bastante elevada e não significativamente diferente.
Um maior controlo das infestantes no tratamento D3d3 (2.5 l ha-1 x 0.15 l ha-1) na 1ª época de aplicação do herbicida conduziu igualmente a uma maior produção de grão na cultura da cevada por unidade de área. No entanto, a diferença não foi significativa em relação aos outros tratamentos. Na 2ª época de aplicação foi igualmente a interacção D3d3, a mais produtiva mas, também não significativamente diferente dos outros tratamentos.