Projecções: Resultados e Interpretação
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Fundação Francisco Manuel dos Santos
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Este capítulo analisa os resultados e sistematiza as conclusões mais relevantes. Divide-se em três partes essenciais: inicia-se [1] pela realização de uma análise de carácter mais
global, em que foi dada maior atenção aos cenários centrais (4, 5 e 6); passando por uma análise mais cuidada dos dois cenários extremos (1 e 9); bem como daqueles que têm maior impacto na estrutura populacional (3 e 7); e terminando com a avaliação de um cenário hipotético em que se assume a distribuição da população portuguesa segundo as regiões mais extremas em termos de envelhecimento verificadas em Portugal em 2011, as regiões NUTS III do Pinhal Interior Sul (estrutura populacional envelhecida) e do Tâmega (estrutura populacional jovem). A segunda parte [2] corresponde à análise dos resultados obtidos para a evolução dos agregados familiares, enquanto a terceira [3] e última, se refere às projecções «derivadas», ou seja, ao estudo de outras variáveis caracterizadoras da estrutura populacional, além do sexo e da idade, mais precisamente, variáveis como o estado civil e o nível de instrução, tal como ao conhecimento futuro de outros tipos de populações, como a proporção de reformados e de população institucionalizada.
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Citation
Mendes, M. F. & Tomé, L. P. (2014). "Projecções: Resultados e Interpretação", in Dinâmicas Demográficas e Envelhecimento da População Portuguesa: 1950-2011, Evolução e Perspectivas, Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa, pp. 451-547.