Aconselhamento e Teste Voluntário (ATV) VIH: uma intervenção no Campus Universitário de Évora.

dc.contributor.authorFrias, Ana
dc.contributor.authorChora, Antónia
dc.contributor.authorSim-Sim, Margarida
dc.contributor.authorPalminhas, Edgar
dc.contributor.authorCaldeira, Ermelinda
dc.contributor.authorCasas-Novas, Vitória
dc.date.accessioned2015-03-30T18:08:12Z
dc.date.available2015-03-30T18:08:12Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractIntrodução: Portugal continua a apresentar taxas de novos diagnósticos de infecção por VIH superiores à média europeia (ONUSIDA, 2012), registando um total acumulado de 42.580 casos de VIH a 31 Dezembro de 2012, dos quais 29,3% foram diagnosticados em idades entre os 20-29 anos (INSA, 2012). A transmissão por via sexual tem vindo a assumir um peso crescente nas novas infecções. O Aconselhamento e Teste Voluntário (ATV) é uma estratégia prioritária nos diferentes níveis de prevenção (Fonner, Denison, Kennedy, O'Reilly, & Sweat, 2012), sendo comum em universidades estrangeiras (Hoban, Ottenritter, Gascoigne, & Kerr, 2003; Matlala, Mokono, & Tsotetsi, 2013; Peltzer, Nzewi, & Mohan, 2004). Objetivo: descrever os resultados das actividades de ATV realizadas na Universidade de Évora, no âmbito de um projecto dirigido. Método: estudo transversal, quantitativo e descritivo. Amostra de conveniência com 114 sujeitos com idades de 18-56 anos (M=28.29; DP=12.39) que foram inquiridos sobre o uso de preservativo com diferentes parceiros e nos diferentes tipos de relação sexual. Em sub-amostra de 74 (60%) sujeitos solicitaram-se as atitudes face ao teste VIH. Resultados: Dos sujeitos que referiram ter tido práticas sexuais com parceiro habitual, o preservativo é sempre usado por 43,2% ao nível do sexo vaginal, por 17,6% no sexo anal e por 7,7% no sexo oral. Dos que referiram práticas com parceiro ocasional, o preservativo é sempre usado por 70% no sexo vaginal, por 90% no sexo anal e por 47,1% no sexo oral. Todos os casos eram seronegativos para VIH. Na sub-amostra as atitudes face ao teste VIH são valorizadoras. Conclusão: apesar de não se identificarem seropositivos os sujeitos têm práticas de risco, considerando-se útil a realização de ATV nos campus universitários.por
dc.identifier.authoremailanafrias@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmafcc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmsimsim@uevora.pt
dc.identifier.authoremailedgar.Palminhas@arsalentejo.min-saude.pt
dc.identifier.authoremailecaldeira@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmvcn@uevora.pt
dc.identifier.citationFrias, A., Chora, A, Sim-Sim, M., Palminhas, E., Caldeira, E. & Casas Novas, V. (2014). Aconselhamento e Teste Voluntário (ATV) VIH: uma intervenção no Campus Universitário de Évora. Comunicação Oral. 2.º Congresso internacional de saúde do Instituto politécnico de Leiria.por
dc.identifier.scientificarea745por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/13839
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.publisher2.º Congresso internacional de saúde do Instituto politécnico de Leiria.por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectteste VIHpor
dc.subjectatitudepor
dc.subjectJuventudepor
dc.subjectpreservativopor
dc.titleAconselhamento e Teste Voluntário (ATV) VIH: uma intervenção no Campus Universitário de Évora.por
dc.typelecturepor
degois.publication.locationLeiriapor
degois.publication.title2.º Congresso internacional de saúde do Instituto politécnico de Leiria.por

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