Composição mineralógica de algumas cerâmicas do depósito Votivo do Garvão

dc.contributor.authorRosado, L.
dc.contributor.authorTavares, D.
dc.contributor.authorMayet, F.
dc.contributor.authorLopes, M. J.
dc.contributor.authorAlfenin, R.
dc.contributor.authorCandeias, A.
dc.contributor.authorMoita, P.
dc.contributor.authorSchiavion, N.
dc.contributor.authorMirão, J.
dc.date.accessioned2012-01-25T12:19:11Z
dc.date.available2012-01-25T12:19:11Z
dc.date.issued2011-10-26
dc.description.abstractA Idade do Ferro na Península Ibérica é um período de sucessivas transformações sociais e políticas, muitas vezes resultando em conflitos. Simultaneamente, as civilizações semitas (seja, fenícia ou púnica) controlam o Sul da Península Ibérica com a presença de cidades autónomas com fortes ligações comerciais e culturais ao Mediterrâneo. Neste contexto geral, em torno de 200 a.C., Garvão é, provavelmente, território Conii que corresponde ao extremo sudoeste de Portugal. Apesar de algumas incertezas, esta região é marcada pela forte influência cultural do Mediterrâneo, mas os habitantes etnicamente são celtas. Garvão foi um importante local sagrado da Idade do Ferro II, onde foi descoberto um impressionante depósito votivo [1]. Os materiais recuperados (sobretudo cerâmica) foram depositados intencionalmente e cuidadosamente organizados de modo a optimizar o espaço disponível. A cuidadosa análise estilística permitiu a classificação do conjunto cerâmico em diferentes grupos. Mas, reconhecendo que o estudo material, especialmente se relacionado com aspectos geológicos, pode acrescentar importantes informações sobre as sociedades que produziram estas cerâmica, uma metodologia de estudo arqueométrico foi estabelecida. A combinação de técnicas como microscopia óptica electrónica com possibilidade de análise elementar, difracção de raios-X e análise térmica permitem identificar a composição mineralógica destas cerâmicas que extrapolada para a geologia regional, permitem importantes contributos para o conhecimento das sociedades que produziram estes materiais de uso comum. Especial ênfase será concedida à proveniência da cerâmica, a aspectos tecnológicos e à relação das populações com o sítio de Garvão. Palavras chave: Cerâmica, Idade do Ferro, Proveniência, Tecnologia AGRADECIMENTOS Este trabalho é financiado pela FCT através do projecto GODESS e da bolsa de Doutoramento SFRH/BD/67093/2009. Os autores agradecem o apoio da Câmara Municipal de Ourique. REFERENCIAS [1] Beirão et al. (1985), O Arqueólogo Português, 3: 45-136por
dc.identifier.authoremaillrosado@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailpmoita@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailjmirao@uevora.pt
dc.identifier.citationRosado et al (2011) - Composição mineralógica de algumas cerâmicas do depósito Votivo do Garvão, Livro de resumos do IX Congresso Ibérico de Arqueometria (CIA); p. 66.por
dc.identifier.localIX Congresso Ibérico de Arqueometria - Lisboa (Portugal)
dc.identifier.scientificarea709por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/4142
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dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCerâmicaspor
dc.subjectGarvãopor
dc.subjectIdade do Ferropor
dc.subjectProveniênciapor
dc.titleComposição mineralógica de algumas cerâmicas do depósito Votivo do Garvãopor
dc.typelecturepor
degois.publication.issueIXpor
degois.publication.locationLisboa (Portugal)por
degois.publication.titleIX Congresso Ibérico de Arqueometriapor

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