Novos comportamentos na transição para a vida adulta: impactos da frequência do ensino superior

dc.contributor.authorCachapa, Filipa
dc.contributor.authorMendes, Maria Filomena
dc.contributor.authorRego, Conceição
dc.date.accessioned2013-10-17T10:30:28Z
dc.date.available2013-10-17T10:30:28Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractNas últimas décadas a sociedade assistiu a processos de mudança profunda, que conduziram a novos comportamentos e a novas formas de ser e estar. Estas mudanças verificaram-se nos mais diversos campos sociais, entre eles a educação, o trabalho, a família e, no fundo, todos os percursos individuais ou colectivos Ao contrário do que se verificava em gerações passadas, a idade cronológica é cada vez menos uma referência e importa então questionar como é hoje feita pelos jovens a transição para a vida adulta. Nas gerações passadas, à infância seguia-se uma rápida transição para a vida adulta, em que a maioria dos indivíduos, quase sempre sequencialmente, entravam no mercado de trabalho, saiam de casa dos pais, casavam e tinham filhos. Actualmente, o espaçamento entre o momento de terminar a frequência do sistema de ensino (nomeadamente, o superior), arranjar um primeiro emprego e todos os restantes acontecimentos que tradicionalmente se seguiam, torna-se maior. Há também hoje uma maior variabilidade no modo como cada acontecimento vai surgindo na vida de cada indivíduo. A passagem para a vida adulta é hoje um período de vida mais longo e menos previsível, em que cada indivíduo toma as suas decisões e opções. Assistimos ainda ao maior investimento na formação e à tendência de continuidade dos estudos ao nível do ensino superior, que se tem revelado uma resposta às novas exigências do mercado de trabalho mas, também, uma possível forma de fuga à realidade do desemprego. Ao mesmo tempo, esta situação resulta no adiamento da entrada na vida adulta dos jovens de hoje. No presente estudo, procuramos compreender como é que o contexto social, económico e demográfico dos países europeus, e a frequência do ensino superior, contribuem para ‘novos’ comportamentos dos jovens na transição para a vida adulta, nomeadamente, no que diz respeito ao impacto da questão da empregabilidade. Para isso, numa análise multidisciplinar, que envolve a Sociologia e a Demografia, e através de uma metodologia essencialmente quantitativa, procuraremos identificar indicadores que poderão explicar a relação entre contexto social e económico, frequência do ensino superior e transição para a vida adulta na Europa.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailmmendes@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmcpr@uevora.pt
dc.identifier.citationCachapa, F., Mendes, M. F., Rego, C., 2012. “Novos comportamentos na transição para a vida adulta: impactos da frequência do ensino superior”, Actas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa.por
dc.identifier.isbn978-989-97981-0-6
dc.identifier.scientificarea631por
dc.identifier.sharewithSOC - Artigos em Livros de Actas/Proceedingspor
dc.identifier.urihttp://www.aps.pt/vii_congresso/papers/finais/PAP1551_ed.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8887
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherAssociação Portuguesa de Sociologiapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTransição para a vida adultapor
dc.subjectEnsino Superiorpor
dc.subjectMercado de trabalhopor
dc.subjectJovenspor
dc.titleNovos comportamentos na transição para a vida adulta: impactos da frequência do ensino superiorpor
dc.typearticlepor

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