Influência da consociação com diferentes trevos, da rega e da variedade na produção e qualidade do azevém italiano.
| dc.contributor.author | Lourenço, Maria Ermelinda V.L. | |
| dc.contributor.author | Palma, Paulo M.M. | |
| dc.contributor.author | Massa, Vitor M.L. | |
| dc.contributor.author | Silva, Luis Leopoldo | |
| dc.date.accessioned | 2012-07-27T16:10:43Z | |
| dc.date.available | 2012-07-27T16:10:43Z | |
| dc.date.issued | 2010-05 | |
| dc.date.updated | 2012-07-27T12:19:45Z | |
| dc.description.abstract | Havendo alguma evidência de que as leguminosas podem beneficiar as gramíneas pela transferência de azoto fixado seria de todo o interesse utilizar consociações em vez de azevém em estreme fertilizado com azoto. Como conclusões gerais, podemos referir que a utilização do trevo squarroso, em consociação com o azevém anual, se mostrou vantajosa, comparativamente aos outros trevos, pois mostrou tendência para apresentar valores mais elevados de produção total de matéria seca, proteína bruta e matéria seca digestível. Porém, as máximas produções foram obtidas com o azevém em estreme fertilizado com 100 kg/ha de azoto à sementeira e após cada corte. No ensaio comparativo entre diferentes dotações de rega e sequeiro verificou-se que mesmo a dotação mais baixa (25% da CC) permitiu duplicar o número de cortes. Em face dos resultados desta actividade, pode concluir-se que a rega pode contribuir, de forma muito significativa, para aumentar a produção e melhorar a qualidade da forragem produzida. A existência de regadio na região, ainda que com pouca água, é fundamental para regularizar a curva de produção de erva nas explorações pecuárias pois além de maiores produções, em quantidade e qualidade, o número de cortes também pode duplicar. A decisão de regar ou não vai depender da viabilidade económica. Relativamente à utilização da variedade bianual em vez da anual, parece não haver vantagem em condições de regadio pois, além de se ter revelado menos eficiente a utilizar a água, cresce pouco no Verão devido às elevadas temperaturas não se justificando, por isso, continuar a regar. Sem humidade no solo, a sua persistência é afectada pelo que não se torna viável continuar a explorá-la no ano seguinte. Assim, uma vez que a água é um recurso cada vez mais escasso e caro, parece que a melhor escolha é o azevém anual com o tratamento de rega mais baixo. No entanto, caso não exista água disponível para regar, a variedade bianual parece mais vantajosa. | por |
| dc.identifier.authoremail | melouren@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | llsilva@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Lourenço, Maria Ermelinda V.L.; Palma, Paulo M.M.; Massa, Vitor M.L.; Silva, Luis Leopoldo. Influência da consociação com diferentes trevos, da rega e da variedade na produção e qualidade do azevém italiano. Vida Rural, 1757, 38-41, 2010. | por |
| dc.identifier.revista | Vida Rural | |
| dc.identifier.scientificarea | 577 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/5216 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | azevém | por |
| dc.subject | rega | por |
| dc.subject | consociações | por |
| dc.title | Influência da consociação com diferentes trevos, da rega e da variedade na produção e qualidade do azevém italiano. | por |
| dc.type | article | por |