Editorial
| dc.contributor.author | Mendes, Felismina | |
| dc.contributor.editor | UE | |
| dc.date.accessioned | 2020-03-02T11:32:40Z | |
| dc.date.available | 2020-03-02T11:32:40Z | |
| dc.date.embargo | 2017-12 | |
| dc.date.issued | 2017-12 | |
| dc.description.abstract | O envelhecimento da população é um dos fenómenos centrais das sociedades desenvolvi- das. Se esse envelhecimento é uma das conquistas do desenvolvimento socioeconómico, dos avanços da saúde pública e dos cuidados de saúde, ele não deixa de representar uma ameaça para os serviços de saúde e de segurança social dessas mesmas sociedades. A probabilidade de ocorrência de co e multi morbilidades associadas ao avanço da idade são uma evidência geradora de preocupações dos Estados atuais, em que o aumento dos gastos com os cuidados de saúde e de segurança social, são constantemente equacionados. A pressão sobre o sistema de saúde, resultante do aumento contínuo da esperança de vida, tem sido alvo de atenção constante e as estratégias para aliviar essa pressão têm-se dirigi- do essencialmente para a promoção do envelhecimento ativo e saudável (EAS), seguindo as orientações da OMS. Quando o conceito começou a ser divulgado em sociedades como a portuguesa, a associa- ção ao termo ativo prevaleceu e durante algum tempo considerava-se que a atividade só por si – “o mexer-se” – era uma forma de envelhecer ativamente. E foi de tal forma impor- tante esta primeira mensagem da atividade que, nunca como hoje se viu (e vê) em vilas, al- deias e cidades, idosos e também pessoas adultas e jovens a exercitarem-se e a praticarem diariamente marcha/caminhada ou outra forma de atividade física. Este fenómeno pode significar que a mensagem da importância da atividade, penetrou o imaginário social, sen- do reproduzida quotidianamente. Saliente-se que para essa imagem, muito contribuíram as autarquias mediante a construção de zonas/espaços próprias destinadas à caminhada/ atividade e ao oferecerem programas de seniores ativos. Se em termos estritos de atividade muitos dos objetivos foram alcançados esta, só por si, é insuficiente para caraterizar o EAS. O envelhecimento ativo envolve outras dimensões bem mais complexas e para essas, clara- mente, não tem havido resposta nem central, nem regional, nem local. | por |
| dc.identifier.authoremail | fm@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Mendes F. (2017). Editorial. RIASE; 3(3):1070-1072.DOI: http://dx.doi.org/10.24902/r.riase.2017.3(3) | por |
| dc.identifier.doi | DOI: http://dx.doi.org/10.24902/r.riase.2017.3(3) | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/27555 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | UE | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Envelhecimento Ativo | por |
| dc.subject | Estratégia nacional | por |
| dc.title | Editorial | por |
| dc.type | article | por |
| degois.publication.firstPage | 1070 | por |
| degois.publication.issue | 3 | por |
| degois.publication.lastPage | 1072 | por |
| degois.publication.title | RIASE | por |
| degois.publication.volume | 3 | por |