Amostragem por distâncias em terrenos montanhosos: um estudo de simulação.

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SPE

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Devido à sua simplicidade de aplicação, a amostragem por distâncias é uma técnica bastante aliciante para se utilizar em terrenos montanhosos. Contudo, existem algumas limitações na aplicação desta técnica neste tipo de terrenos uma vez que tanto a visibilidade como a probabilidade de detecção são in uenciadas pela topogra a e é necessário consistência nas medições na estimação da área de estudo. Habitualmente, com os instrumentos utilizados pelo observador, o comprimento do transecto percorrido é medido com base na distância real e é medida a distância geodésica ao animal detectado. No entanto, este facto geralmente é ignorado e na fase de tratamento de dados assume-se que estas distâncias são radiais ou perpendiculares. Neste trabalho avalia-se o efeito desta suposição no estimador da densidade em ungulados de montanha, onde se conclui que a projecção de todas as distâncias num plano é a solução que gera estimativas mais fiáveis.

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Afonso, A. & Alpizar-Jara, R. (2009). Amostragem por distâncias em terrenos montanhosos: um estudo de simulação. Em Estatística Arte de Explicar o Acaso. Actas do XVI Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estatística (Eds. Oliveira, I., Correia, E., Ferreira, F., Dias, S. e Braumann, C.). Edições SPE, p. 133-140.

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