O jardim planetário: uma utopia para o século XXI?

dc.contributor.authorBatista, Desidério
dc.contributor.authorMatos, Rute
dc.contributor.editorAcciaiuoli, Margarida
dc.contributor.editorRodrigues, Ana D.
dc.contributor.editorCastro, Maria J.
dc.contributor.editorAndré, Paula
dc.contributor.editorRodrigues, Paulo S.
dc.date.accessioned2014-01-27T15:07:17Z
dc.date.available2014-01-27T15:07:17Z
dc.date.issued2013
dc.date.updated2014-01-25T19:21:22Z
dc.description.abstractO JARDIM PLANETÁRIO: UMA UTOPIA PARA O SÉCULO XXI? O actual modelo de desenvolvimento socioeconómico baseado na exploração do território com o objectivo único da maximização da sua produtividade tem contribuído para o processo de homogeneização e fragmentação da paisagem resultado da crescente urbanização, da extensão das redes de infra-estruturas de comunicação e das profundas modificações dos sistemas de utilização da terra. Face à “mundialização” daquele modelo e à ocupação do território cada vez mais dispersa e descontínua traduzida no acréscimo de vazios, de espaços abandonados, têm vindo a emergir conceitos inovadores e estratégicos que contribuindo para repensar o processo em curso procuram enquadrar a intervenção urbana e territorial contemporânea. No âmbito do actual debate sobre a necessidade de formulação de um novo modelo de ocupação e organização espacial que considere o sistema de espaços intersticiais como elemento essencial de estruturação e vertebração da paisagem urbanizada, procura-se reflectir sobre o papel e a importância do novo conceito de «jardim planetário» e da sua inter-relação com as noções emergentes de «terceira paisagem» e «jardim em movimento», «jardim da metrópole», «paisagem global» e «interscapes», na configuração de uma paisagem em que a Sociedade e a Natureza se possam desenvolver a longo prazo. Face ao exposto, procura-se responder à questão colocada por Alain Roger “(…)É legítimo abordar o planeta como se aborda um jardim? (…)” enquadrando a resposta no âmbito da teoria e da prática da Arquitectura Paisagista entendida, nas palavras de Lawrence Halprin, como a forma de arte mais global.por
dc.identifier.authoremaildbatista@ualg.pt
dc.identifier.authoremailrsm@uevora.pt
dc.identifier.isbn978-989-95584-8-9
dc.identifier.other978-989-95584-8-9en_US
dc.identifier.scientificarea202por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/10075
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherVárzea da Rainha Impressores, S.A.por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectJardim Planetáriopor
dc.subjectUtopiapor
dc.titleO jardim planetário: uma utopia para o século XXI?por
dc.typearticlepor

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