“Quando o Santo Ofício processava os seus comissários (Portugal, 1600-1773)”
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Almedina
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Globalmente procura-se analisar os mecanismos de regulação da rede de comissários do Santo Ofício. Estuda-se, em particular, em que circunstâncias estes eram mesmo processados por problemas decorrentes do exercício do cargo. Conclui-se que o número de processos foi diminuto até porque a instituição actuava preventivamente; abarcou sobretudo clérigos seculares das periferias distantes dos tribunais. A capacidade de "prender em nome do Santo Oficio" foi o poder que mais excessos gerou.
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OLIVAL, Fernanda, “Quando o Santo Ofício processava os seus comissários (Portugal, 1600-1773)”, in Estudos em homenagem a Joaquim Romero Magalhães: economia, instituições e Império, org. por Álvaro Garrido, Leonor Freire Costa e Luís Miguel Duarte, Coimbra, Almedina, 2012, pp. 179-195. ISBN: 978-972-40-4803-1.