Corpus gramatical do Português como Língua Estrangeira (PLE): para a história das ideias linguísticas de PLE

dc.contributor.authorFonseca, Maria do Céu
dc.date.accessioned2018-01-23T16:49:39Z
dc.date.available2018-01-23T16:49:39Z
dc.date.embargo2017-10
dc.date.issued2017-10
dc.description.abstractCorpus gramatical do Português como Língua Estrangeira (PLE): para a história das ideias linguísticas de PLE Maria do Céu Fonseca (Universidade de Évora) cf@uevora.pt As comunicações que se propõem para esta sessão coordenada inserem-se no âmbito de um trabalho mais vasto sobre a tradição gramatical do ensino/aprendizagem de PLE, trabalho que visa, por um lado, a valorização de um património gramatical que remonta ao século XVII, tanto quanto é possível saber-se, e, por outro lado, a sua aplicação nos campos da didática da língua estrangeira e da tradução. Na linha de vários investigadores (Pierre Swiggers, José Gómez Asencio), entende-se que as gramáticas de línguas não maternas deverão situar-se num contexto de edição, redação e conceção específico, de alcance teórico, historiográfico, cultural e linguístico diferente da restante gramaticografia em língua materna. Diversos trabalhos – como os dos autores supra sobre o francês e o espanhol enquanto línguas estrangeiras – apontam assim para a definição de um género gramaticográfico caracterizado por especificidades ao nível de: público-alvo; metalíngua da descrição gramatical; autoria, entidade que pode corresponder ou não a um falante nativo da língua descrita; e forma de descrição gramatical, que inclui uma componente teórica e uma componente aplicada/prática. São alguns destes pontos que se visarão nas comunicações agora propostas, as quais, tendo por base princípios, conceções e metodologias da historiografia linguística teorizada por Konrad Koerner, pretendem ser um contributo para a história das ideias linguísticas de PLE. A primeira comunicação – “Repositório digital de fontes de PLE (séculos XVII-XIX)” – respeita à apresentação das fontes ou objetos de pesquisa, que constituem uma dimensão básica em qualquer trabalho de historiografia linguística. No caso, as fontes metalinguísticas são gramáticas de PLE (manuscritas e impressas), situadas entre os séculos XVII e XIX, cujo recenseamento e inventário em arquivo digital estão em curso. O estudo linguístico destas fontes está previsto para as restantes duas comunicações – “Gramáticas de PLE em contexto anglófono” e “Gramáticas de PLE no espaço linguístico românico” –, considerando a especificidade do corpus ao nível do público-alvo, da metalíngua de descrição gramatical (inglês, francês, italiano, espanhol), da nacionalidade dos autores (portuguesa, brasileira, inglesa, francesa, italiana, espanhola) e dos locais de publicação das gramáticas (Paris, Angers, Londres, Cambridge, Filadélfia, Nova Iorque, Baltimore, Roma, Milão, Madrid, Leipzig). PALAVRAS-CHAVE: PLE. Tradição gramatical. Historiografia linguística.por
dc.identifier.authoremailcf@uevora.pt
dc.identifier.issn2316-4646
dc.identifier.scientificarea298por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/21938
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedade Internacional de Português Língua Estrangeirapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPLEpor
dc.subjectTradição gramaticalpor
dc.subjectHistoriografia linguístcapor
dc.titleCorpus gramatical do Português como Língua Estrangeira (PLE): para a história das ideias linguísticas de PLEpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage50por
degois.publication.lastPage50por
degois.publication.titleSimpósio SIPLE 2017 - PLE/L2: Contextos, usos e práticas de ensinopor

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