Prevalência de cefaleias numa amostra de adolescentes portugueses

dc.contributor.authorAlbuquerque, Carlos
dc.contributor.authorAlbuquerque, Cristina Paula
dc.contributor.authorBonito, Jorge
dc.contributor.authorRodrigues, Vítor
dc.contributor.authorPrecioso, José
dc.contributor.editorUniversidade da Beira Interior
dc.date.accessioned2013-01-21T16:02:11Z
dc.date.available2013-01-21T16:02:11Z
dc.date.issued2010
dc.description.abstractAs cefaleias são um sintoma de alta prevalência na população geral, sendo queixa frequente na prática clínica. Implicam elevados consumos de cuidados de saúde, especificamente em consultas e medicamentos, e são causa de absentismo laboral e escolar, baixa de produtividade e redução do bem-estar e qualidade de vida. Por estes e outros motivos, as cefaleias são consideradas um importante problema de saúde pública. Neste contexto, o objectivo do presente estudo foi determinar a prevalência de cefaleias em adolescentes portugueses e relacioná-las com alguns factores desencadeantes. Num estudo transversal avaliamos 819 adolescentes com idades compreendidas entre os 14 e 17 anos (média = 14,65; DP = 0,89), sendo 444 (54,2%) do sexo feminino, matriculados em 8 escolas públicas do distrito de Viseu, seleccionadas aleatoriamente com base na sua localização em vilas e cidades. A informação (recolhida em sala de aula) foi obtida através de um questionário de auto preenchimento baseado nos critérios da Sociedade Internacional de Cefaleias. A prevalência de cefaleias no último ano foi de 78,2% (Intervalo de Confiança (IC) 95%: 75,4-81,1). A ocorrência de cefaleias foi significativamente mais frequente em adolescentes com idade superior a 16 anos (Odds Ratio (OR) = 1,9; IC 95%: 1,2-2,7) e no sexo feminino (OR = 3,0; IC 95%: 2,1-4,3). Factores desencadeantes: consumo de chocolates (OR = 2,2 IC 95%: 1,2-4,3), perturbações do sono (OR = 2,9; IC 95%: 1,7-4,8), presença de stress (OR = 2,6; IC 95%: 1,7-4,4), sintomas depressivos (OR = 2,2; IC 95%: 1,4- 4,9), e período menstrual (OR = 3,0; IC 95%: 1,7-6,5). Consequências: mais concretamente, absentismo escolar (OR = 3,0; IC 95%: 1,6-6,2) e idas ao médico (OR = 2,0; IC 95% :1,6-4,6). A cefaleia é um sintoma frequente nos adolescentes. Os resultados do estudo reforçam a ideia da necessidade de se estudar este grupo, visando a promoção e educação para a saúde continuadas, de forma a limitar os factores de risco.por
dc.identifier.authoremailcmalbuquerque@gmail.com
dc.identifier.authoremailcmalbuquerque@gmail.com
dc.identifier.authoremailjbonito@uevora.pt
dc.identifier.authoremailvmcpr@utad.pt
dc.identifier.authoremailprecioso@uminho.pt
dc.identifier.issn1645-6084
dc.identifier.numrevIX
dc.identifier.pagina152
dc.identifier.revistaPsicologia e educação
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7544
dc.identifier.volumeNúmero especial
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherUniversidade da Beira Interiorpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectadolescentespor
dc.subjectcefaleiaspor
dc.subjecteducaçãopor
dc.subjectsaúdepor
dc.titlePrevalência de cefaleias numa amostra de adolescentes portuguesespor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage152por
degois.publication.lastPage152por
degois.publication.locationCovilhãpor
degois.publication.titlePsicologia e educaçãopor
degois.publication.volumeNúmero especialpor

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
Albuquerque_Rodrigues_Bonito_Precioso.pdf
Size:
947.89 KB
Format:
Adobe Portable Document Format

License bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
license.txt
Size:
3.89 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: