Ocitocina, uma hormona amiga da amamentação

Abstract

Numa sociedade que se rege pela Organização Mundial de Saúde, que preconiza a amamentação exclusiva até aos 6 meses, continuando até aos 12 com alimentação complementar, e que deve ir até no mínimo aos 24 meses de idade da criança (Bueno, 2013; OMS, 2001), ainda nos deparamos com informações que nos levam a não fazer cumprir estas indicações, mesmo sendo esta a nossa vontade. Actualmente, com a população a investir mais tempo na sua carreira e, consequentemente, a realização de casamentos tardios, levam a que o projecto da maternidade venha a ser adiado para cada vez mais tarde (INE, 2013; Portada, 2017). Em alguns casos, não exclusivamente por este motivo, os casais ao optarem por um menor espaçamento entre os seus filhos fazem com que o período de amamentação promovido pela OMS (até ao mínimo de 24 meses) se cruze com o período de uma nova gestação (Tomé, 2011). Os profissionais de saúde não são consensuais em relação à possibilidade de manter, ou não, a amamentação durante a gravidez. Este trabalho é fruto de pesquisa bibliográfica de artigos de 2012 a 2017, realizados nas plataformas de base de dados electrónicas EBSCO e B_ON. Espera-se com esta pesquisa identificar, na literatura cientifica, publicações sobre o efeito da hormona ocitocina nas situações de gravidez simultânea com a amamentação. Foram encontradas várias produções cientificas, ressaltando um aumento do conhecimento sobre o efeito da hormona ocitocina na gravidez/amamentação permitindo informar a mulher/casal de forma a que estes possam perpetuar o que visa a OMS, se for essa a vontade, consciente das consequências da sua tomada de decisões.

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Citation

Agostinho, C., & Frias, A. (2018).Ocitocina, Hormona Amiga da Amamentação. 1.º Congresso transdisciplinar, Portugal-Brasil, sobre o bebé: 12 e 13 de Janeiro de 2018. Évora. Portugal

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