Modelação pelo método das diferenças finitas dos movimentos sísmicos em Portugal Continental – algumas implicações para o sismo de Lisboa de 1755, Sísmica 2007
| dc.contributor.author | Borges, J. F. | |
| dc.contributor.author | Caldeira, Bento | |
| dc.contributor.author | Grandin, R. | |
| dc.contributor.author | Bezzeghoud, Mourad | |
| dc.contributor.author | Carrilho, F. | |
| dc.date.accessioned | 2012-12-04T14:27:32Z | |
| dc.date.available | 2012-12-04T14:27:32Z | |
| dc.date.issued | 2007-09 | |
| dc.description.abstract | A margem sudoeste da Península Ibérica foi palco, ao longo da sua história, de diversos terramotos cujos efeitos se traduziram em elevados danos materiais e perdas de vidas humanas. Destes destaca-se o sismo de Lisboa de 1755. Unanimemente considerado um marco na história da sismologia, a fonte deste sismo, e em particular a área precisa da sua localização, permanecem ainda uma incógnita. Este facto introduz profundas incertezas na capacidade de prever a amplitude dos movimentos máximos do solo e, em última análise, na avaliação do risco sísmico sobre o Território Nacional. Pretendendo contribuir para a caracterização dos movimentos sísmicos em Portugal foi desenvolvida uma metodologia baseada no método de elementos finitos aplicados ao cálculo da propagação das ondas em meios elásticos. Este processo exigiu a construção de um modelo 3D detalhado para a região sudoeste da Península Ibérica baseado, fundamentalmente, em perfis sísmicos. A metodologia empregue e o modelo de velocidades 3D foram validados recorrendo à simulação dos movimentos de três recentes sismos de magnitude moderada (M~5.0) e do sismo de 1969. Em seguida geraram-se 3 cenários para o sismo de 1755 os quais correspondem a outras tantas propostas publicadas: i) fonte do Gorringe; modelo de falha Marquês de Pombal; iii) modelo de subducção no golfo de Cádis. Os resultados obtidos demonstram claramente que o modelo mais provável corresponde a uma fonte localizada no banco de Gorringe. Mostra-se também haver uma forte dependência entre a direcção e sentido de propagação da ruptura e a distribuição das intensidades máximas sobre o território nacional. Embora limitados a três cenários é possível extrair algumas consequências para um tema actualmente em debate – a aplicação do Eurocódigo 8. Com efeito constata-se que os cenários aqui analisados produzem, em geral, movimentação sísmica com amplitude superior à que é proposta por outros autores. | por |
| dc.identifier.authoremail | jborges@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | bafcc@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | mourad@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.scientificarea | 393 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/6314 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.rights | restrictedAccess | por |
| dc.subject | Modelação de movimentos sismicos fortes | por |
| dc.subject | Risco sísmico | por |
| dc.title | Modelação pelo método das diferenças finitas dos movimentos sísmicos em Portugal Continental – algumas implicações para o sismo de Lisboa de 1755, Sísmica 2007 | por |
| dc.type | article | por |