Rastreio preliminar da suscetibilidade/resistência do Rafeiro do Alentejo à leishmaniose canina

dc.contributor.authorAlves, Inês
dc.contributor.authorPereira, Maria
dc.contributor.authorVeloso, Laura
dc.contributor.authorSantos-Mateus, David
dc.contributor.authorSantos-Gomes, Gabriela
dc.contributor.authorSemião-Santos, Saul
dc.contributor.authorMartins, Luís
dc.date.accessioned2013-01-02T15:53:37Z
dc.date.available2013-01-02T15:53:37Z
dc.date.issued2012-02-11
dc.description.abstractEm Portugal, a leishmaniose canina prevalece por todo o país, considerando-se endémica a região de Trás-os-Montes e Alto Douro, a sub-região da Cova da Beira, o concelho da Lousã, a região de Lisboa e Setúbal, o concelho de Évora e o Algarve. O baixo registo de LCan no Rafeiro do Alentejo, a par de resultados de estudos realizados noutras raças Ibéricas autóctones, que aponta para uma maior resistência à infeção por Leishmania infantum, fundamenta a realização deste estudo preliminar, enquadrado num trabalho mais abrangente, para avaliação da suscetibilidade/resistência do Rafeiro do Alentejo à LCan. Outro objetivo deste estudo consiste na análise hematológica, prosseguindo para o estabelecimento da variação da gama fisiológica da raça, relevante para a respetiva avaliação clínica. Realizaram-se os hemograma completos, doseou-se o fibrinogénio e determinou-se o título de anticorpos para L. infantum pelo Teste de aglutinação direta (DAT). O antigénio utilizado para a realização do teste foi preparado a partir de uma estirpe de Leishmania infantum. As amostras com título ≥ 1/320 foram consideradas positivas. Efetuou-se uma retestagem: 2 amostras com títulos marginais (1:160) foram retestadas com incorporação de ureia no diluente sérico. A análise estatística foi efetuada com recurso ao software SPSS 18. Realizou-se uma análise descritiva e um estudo de correlação entre leucócitos, neutrófilos, monócitos, linfócitos, eritrócitos e plaquetas. Em 3 dos 30 animais testados (10%) foram detetados anticorpos anti-Leishmania (títulos ≥1:320). Numa de duas amostras retestadas o título aumentou para 1:320, passando a taxa de seroprevalência para 13.3% (4/30). Observou-se correlação fortemente positiva entre linfócitos e monócitos e fortemente negativa entre linfócitos e neutrófilos (nível de significância α = 0.01), o que indicia um relacionamento linear entre estes parâmetros. Contudo, os leucócitos apresentam correlação negativa, significativa, com linfócitos, monócitos e eosinófilos.A prevalência agora observada, associada à ausência de sinais clínicos da doença, aponta para a necessidade de se aumentar a amostra e de se efetuarem novos estudos, para avaliação imunológica, verificando se o Rafeiro do Alentejo apresenta um padrão de resistência semelhante ao Podengo de Ibiza, com resposta celular, sem progressão para leishmaniose, ou uma suscetibilidade similar à de animais de raça indeterminada, com uma resposta tipicamente humoral e desenvolvimento da sinais clínicos de Lcan.por
dc.identifier.authoremailinesp.alves@gmail.com
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dc.identifier.citationAlves I, Pereira MA, Veloso LB, Santos-Mateus D, Santos-Gomes G, Semião-Santos S, Martins L. Rastreio preliminar da suscetibilidade/resistência do Rafeiro do Alentejo à leishmaniose canina. Proceedings do VIII congresso do Hospital Veterinário Montenegro - Endocrinologia; II Congresso de Enfermagem. 11 e 12 de Fevereiro de 2012.por
dc.identifier.scientificarea384por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/6970
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationnaopor
dc.identifier.withpostersimpor
dc.language.isoporpor
dc.publisherHospital Veterinário Montenegropor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectLeishmaniosepor
dc.subjectRafeiro do Alentejopor
dc.subjectLeishmaniosepor
dc.subjectDATpor
dc.titleRastreio preliminar da suscetibilidade/resistência do Rafeiro do Alentejo à leishmaniose caninapor
dc.typelecturepor

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